Ação contra dependência da ONU ocorre depois acusações de vínculos com o Hamas e progresso de leis israelenses
As autoridades de Israel iniciaram nesta terça-feira, 20, a demolição da sede da UNRWA em Jerusalém Oriental. Ainda nas primeiras horas da manhã, forças israelenses ingressaram no multíplice com tratores e máquinas pesadas, promovendo a devastação de edificações no sítio.
A dependência das Nações Unidas reagiu classificando a operação uma vez que um “ataque sem precedentes”. Em enviado, a UNRWA afirmou que a medida viola normas do recta internacional e fere as prerrogativas garantidas à ONU. O porta-voz Jonathan Fowler declarou que as forças israelenses “invadiram” o multíplice pouco depois das 7h.
Leis aprovadas e acusações antigas contra a dependência
A demolição acontece depois um longo período de pressão legislativa contra a UNRWA. Em outubro de 2024, o Parlamento israelense, a Knesset, aprovou leis que proíbem a atuação da dependência em território israelense. Mesmo com a novidade legislação, a UNRWA continuava mantendo escolas, unidades de saúde e programas sociais em Jerusalém Oriental.
O governo israelense sustenta que a dependência teria colaborado com o Hamas e participado, direta ou indiretamente, de atividades terroristas — acusações reiteradamente negadas pela ONU.
Instalação da UNRWA sendo demolida em Jerusalém.
Esse órgão da ONU, criado para concordar palestinos, provou ter um saliente nível de cumplicidade com os terroristas palestinos do Hamas, ao ponto de alguns dos seus funcionários terem participado no ataque terrorista de 7 de outubro… pic.twitter.com/dUE289khur
— Hoje no Mundo Militar (@hoje_no) January 20, 2026
Posição solene do governo israelense
O Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou que a UNRWA já havia encerrado suas atividades no sítio e que o multíplice não gozava de isenção diplomática. Segundo a pasta, a mortificação e ulterior demolição foram conduzidas em conformidade com o recta israelense e o recta internacional.
Durante a operação, o ministro da Segurança Vernáculo, Itamar Ben Gvir, esteve presente e declarou que a ação marca um “dia importante para a soberania em Jerusalém”.
No mês anterior, forças israelenses já haviam realizado uma invasão no mesmo multíplice, quando hastearam a bandeira de Israel e apreenderam bens, alegando pendências fiscais. A ONU rejeitou essa versão, afirmando que o espaço permanece inviolável sob normas internacionais.
Contexto do conflito e novas denúncias
Israel intensificou sua campanha contra a UNRWA depois acusações de que funcionários da dependência teriam participado do ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023. Autoridades israelenses também alegam que mais de 10% do quadro de funcionários da UNRWA em Gaza manteria vínculos com grupos terroristas.
Em fevereiro de 2024, as Forças de Resguardo de Israel disseram ter localizado um meio de dados do Hamas sob a sede da UNRWA na Tira de Gaza. Segundo o Tropa, também já foram encontrados combatentes e estruturas do grupo em escolas administradas pela dependência.
Críticas internacionais e resguardo da dependência
Ex-reféns libertados relataram que teriam sido mantidos em cativeiro em instalações ligadas à UNRWA. Em contrapartida, defensores da dependência ressaltam seu papel médio no fornecimento de assistência humanitária a palestinos em Gaza e na Cisjordânia, argumentando que não existe, atualmente, outra organização capaz de substituir suas funções de forma imediata.
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2026,Hamas,Israel,ONU
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