Militante do movimento liderado pelo ministro assume diretoria estratégica
O ministro da Secretaria-Universal da Presidência, Guilherme Boulos, indicou mais um coligado do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) para a estrutura do Palácio do Planalto. O militante Gabriel Simeone foi nomeado para a Diretoria de Participação Do dedo e Informação em Rede da Secretaria Vernáculo de Participação Social.
A nomeação substitui Lizandra Serafim, exonerada nesta segunda-feira (19), e garante a Simeone um salário bruto de R$ 20,3 milénio. A mudança ocorreu dentro da pasta comandada por Boulos.
Relação direta com o MTST
Antes de assumir o missão no governo, Simeone atuava uma vez que desenvolvedor e educador popular e integrava o núcleo de tecnologia e a coordenação pátrio do MTST, movimento liderado por Boulos. A proximidade reforça críticas de aparelho político da máquina pública por quadros ligados ao movimento.
Esta é a segunda nomeação associada ao MTST desde que Boulos assumiu a Secretaria-Universal. A primeira foi a de Vitória Genuino, que passou a comandar a Secretaria Vernáculo de Juventude.
Quarentena remunerada mantém salários posteriormente exoneração
Além das nomeações, a gestão de Boulos também labareda atenção por manter pagamentos a ex-integrantes da pasta. Dois servidores dispensados logo posteriormente a chegada do ministro continuarão recebendo salários por até seis meses, mesmo fora dos cargos, em razão da chamada quarentena remunerada.
A norma vale para ex-ocupantes de funções consideradas estratégicas e impede que prestem serviços ao setor privado em áreas relacionadas ao posto que ocupavam. Ainda assim, a remuneração integral é mantida durante o período.
Quem segue recebendo
Entre os beneficiados estão Ronald Luiz dos Santos, divulgado uma vez que Ronald “Sorriso”, e Renato Simões, que atuavam uma vez que secretários de Juventude e de Participação Social, respectivamente. Ambos foram exonerados por Boulos logo no início de sua gestão, mas permanecem na folha de pagamento.
As movimentações ampliam o debate sobre uso político de cargos, critérios técnicos nas nomeações e dispêndio para os cofres públicos dentro da Secretaria-Universal da Presidência.
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