Um estudo acadêmico realizado por pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, sugere que a forma uma vez que as pessoas percebem a própria fisionomia pode influenciar suas posições políticas e o escora a movimentos de esquerda. A pesquisa analisa a relação entre autoimagem, sensação de pertencimento social e atitudes diante de desigualdades econômicas.
O trabalho foi orientado pelos pesquisadores Peter Belmi e Margaret Neale, especialistas em psicologia social e comportamento organizacional. Segundo os autores, o foco do estudo não está na fisionomia física objetiva, mas na percepção subjetiva que cada tipo tem de si mesmo, o que pode afetar comportamentos sociais e políticos.
Durante o experimento, os participantes foram convidados a calcular uma vez que se sentiam em relação à própria fisionomia. Em seguida, assistiram a um vídeo explicativo sobre o movimento Occupy Wall Street, sabido por criticar a concentração de renda e as estruturas econômicas tradicionais. Posteriormente o vídeo, os pesquisadores analisaram o nível de escora ao movimento, inclusive por meio da disposição dos participantes em fazer doações financeiras para a justificação apresentada.
Os resultados indicaram que pessoas que se percebiam uma vez que menos atraentes demonstraram maior escora ao movimento de esquerda apresentado no estudo, inclusive com maior propensão a contribuir financeiramente. Já aqueles que se viam uma vez que mais atraentes tenderam a provar menor engajamento.
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