
📢 CLIQUE AQUI E AGORA 🚨 ALERTA MUNDIAL!🚨 BOMBA INTERNACIONAL!
A prisão de Jair Bolsonaro representou um importante teste para a dissociação entre o negócio Brasil-Estados Unidos e a divergência entre os dois governos acerca dessa questão político-ideológica.
O jurisperito Martin De Luca, que representa o Grupo Trump de Mídia e Tecnologia, me disse na manhã de sábado (22) que a prisão de Bolsonaro era proibido e que a reação do governo americano não seria automática e dependeria de “fatores internos e externos que precisam se alinhar e o comportamento da sociedade brasileira será um deles”.
Já o presidente Trump, ao ser indagado, no mesmo dia, sobre a prisão, disse que não estava sabendo. Inicialmente nem entendeu que o repórter estava falando de Bolsonaro, e respondeu: “Falei ontem à noite com o cavalheiro ao qual você se refere”.
Quando esclareceram que estavam perguntando sobre o ex-presidente do Brasil, Trump disse: “Ah, isso aconteceu? Não estou sabendo”. E acrescentou, com uma frase de desagrado: “Isso é muito ruim”. O repórter insistiu perguntando se ele tinha “qualquer pensamento a reverência”, e ele respondeu: “Não, nenhum. Isso é muito ruim”.
A frase em inglês, “that’s too bad”, tem muitas vezes a conotação de “problema seu”, ou, no caso “problema dele”. Não ficou simples se foi isso que Trump quis expressar. Ele embarcou em seguida no helicóptero presidencial.







