Por quatro dias, o venezuelano Antonio González percorreu centros de detenção em diferentes regiões de Caracas em procura de informações sobre a mulher, a ativista Martha Lía Grajales. Ela foi presa na última sexta-feira, 8, depois de participar de uma sintoma em frente ao prédio da ONU, no bairro de Chacao, zona setentrião da capital da Venezuela.
“Fui a todos os centros de detenção que pude. Nenhum deles me deu informações nem me encaminhou para outro”, contou González, conforme reportagem do jornal Folha de S.Paulo. Segundo ele, exclusivamente na noite desta segunda-feira, 11, soube que a mulher seguia sob custódia. “Agora, ela está incomunicável. No momento, não sei se tem roupas, se recebeu comida, não sei zero sobre a situação dela”.
Ativista espera por influência de Lula
Ex-militante chavista, assim uma vez que Martha, González pediu que o presidente Lula da Silva, que é camarada do ditador Nicolás Maduro, se pronuncie sobre o caso. “Convido os políticos do Brasil a avaliarem o caso venezuelano, a situação de Martha Lía e a expressarem suas opiniões sobre esses eventos”. O venezuelano acrescentou: “Peço também ao governo Lula que faça uma enunciação”.
A situação que González vivencia é semelhante à de famílias que Martha acompanhava por meio do movimento de direitos humanos SurGentes, que presta escora principalmente a parentes de presos políticos. O ato no qual ela foi detida havia sido convocado em solidariedade ao Mães em Resguardo da Verdade. O movimento reúne mulheres que reivindicam a libertação de filhos que a ditadura prendeu depois das eleições de julho de 2024.
O pleito, aliás, manteve Maduro para um terceiro procuração. Segundo várias organizações internacionais, houve fraude na votação. Depois do resultado, protestos se espalharam pelo país, deixando 28 mortos, tapume de 200 feridos e mais de 2.400 presos. Mesmo com relativo controle sobre grandes manifestações, o ditador mantém ativo o magnificência de repressão a quem se opõe ao seu governo.
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