Letícia Ferreira Araújo, de 25 anos, morreu atropelada na noite do último sábado (9/8) no município de Cassilândia (MS). Minutos antes, ela ligou para a Polícia Militar da região dizendo que havia sido agredida pelo marido. O marido, Vitor Ananias de Jesus, também de 25 anos, foi recluso em flagrante na mansão da mãe, onde o par vivia. O transgressão foi presenciado pelo fruto do par, de 6 anos.
Segundo o boletim de ocorrência, por volta das 22h, Letícia ligou para o 190 informando que o marido a havia agredido e tentava fugir. A relação caiu antes que ela pudesse dar mais detalhes.
Pouco tempo depois, por volta das 22h30, um rapaz ligou para a polícia relatando que uma mulher havia sido atropelada pelo marido. O sege foi localizado depois maltratar e derrubar o muro de uma mansão. O corpo de Letícia estava tombado ao lado do veículo.
Brigas frequentes
À polícia, Vitor disse que discutiu com a esposa e, ao manobrar o sege, ela teria segurado o volante pelo lado de fora, perdendo o estabilidade.
Um vizinho que presenciou o transgressão contestou a versão. Ele contou que, depois a discussão, Letícia saiu correndo e o marido jogou o sege contra ela, atropelando-a e só parando ao maltratar no muro. Em prova, a mãe do suspeito disse que presenciava brigas do par há anos.
A perícia descartou a hipótese de acidente de trânsito. Segundo o laudo, não havia marcas de frenagem e a curta intervalo entre a garagem, e o lugar do atropelamento exigiria aceleração para motivar um impacto tão grave. De negócio com os policiais, o suspeito foi recluso de forma calma e sem provar remorso. No início, disse que não tinha visto a esposa.
Conforme a Polícia Social, já havia um registro de violência doméstica por vias de trajo do par em 2018.
Manancial/Créditos: Metropoles
Créditos (Imagem de cobertura): Reprodução
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