O senador colombiano Miguel Uribe Turbay morreu nesta segunda-feira, 11, em Bogotá. Ele estava internado desde 7 de junho, quando foi atingido por tiros durante um comício político na capital do país. Nos últimos dias, seu estado de saúde se agravou novamente por razão de uma hemorragia cerebral, levando-o novamente à quesito sátira.
Uribe, de 39 anos, era pré-candidato à Presidência pela {sigla} de oposição Meio Democrático, fundada pelo ex-presidente Álvaro Uribe Vélez. O atentado ocorreu no Província de Fontibón, por volta das 17 horas, do horário sítio, enquanto ele discursava para apoiadores.
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Testemunhas registraram em vídeo o momento dos disparos e o socorro prestado ao senador. Ele estava inconsciente e sangrando reclinado em um veículo. Socorristas o levaram imediatamente para a Instauração Santa Fé, onde permaneceu internado em estado grave até a morte.
O prefeito de Bogotá, Carlos Fernando Galán, informou à idade que a polícia capturou o suspeito, identificado uma vez que menor de idade.
O ataque ocorreu durante uma semana de tensão política. Nesse período, o presidente Gustavo Petro tentou convocar uma consulta popular por decreto, medida amplamente criticada pela oposição, incluindo Uribe.
Trajetória política e legado de Uribe
Nascido em Bogotá em 1986, Miguel Uribe Turbay vinha de uma família com potente histórico político. Era neto do ex-presidente Julio Turbay (1978-1982) e fruto da jornalista Diana Turbay, morta em 1991 durante uma operação militar contra o grupo Extraditáveis, liderado por Pablo Escobar.
Uribe formou-se em Recta pela Universidade de Los Andes, com mestrado em Políticas Públicas na mesma instituição e em Gestão Pública pela Escola de Governo de Harvard. Ele iniciou sua curso política em 2012 uma vez que vereador de Bogotá pelo Partido Liberal.
Em 2016, assumiu a Secretaria de Governo da capital colombiana na gestão de Enrique Peñalosa.
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Reconhecido pela organização One Young World uma vez que um dos dez jovens políticos mais influentes do mundo em 2018, concorreu à prefeitura de Bogotá no ano seguinte pelo movimento independente Avancemos. Mas, foi derrotado por Claudia López, hoje também pré-candidata à Presidência.
Em 2022, liderou a lista do Meio Democrático ao Senado e obteve mais de 226 milénio votos. Desta forma, tornou-se o parlamentar mais votado do país.
Crítico frequente das políticas de Petro, defendia reformas econômicas, fortalecimento da segurança pública e ampliação do entrada à instrução e à saúde, principalmente em áreas remotas.
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