O senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou a atuação do Supremo Tribunal Federalista (STF) no caso envolvendo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O parlamentar alegou suposto conflito de interesses na decisão do ministro Gilmar Mendes, que determinou o retorno de Ednaldo Rodrigues à presidência da entidade.
Girão destacou que, meses antes da liminar, a CBF firmou contrato com o Instituto Brasílio de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), ligado ao próprio ministro. “O que me desculpa incômodo é a celebração de um contrato com a instituição ligada ao ministro do STF, o qual, posteriormente, viria a julgar um caso crucial para a manutenção do função do presidente da instituição com a qual essa parceria foi firmada.
A proximidade temporal entre a assinatura do contrato e a decisão do STF agrava ainda mais a percepção de um potencial conflito de interesses”, afirmou.
Girão também criticou a relação entre clubes, federações e casas de apostas. Ele afirmou que a presença dessas empresas em campeonatos nacionais tem causado prejuízos sociais, com endividamento de torcedores, e questionou a confiabilidade dos resultados des partidas.
“A Série A, a Série B e a Despensa do Brasil são diretamente patrocinadas pelas bets, que transformaram os nossos principais times em reféns desse moeda.
As coisas não estão zero boas para o nosso futebol. Hoje, não se consegue presenciar a um jogo sem incerteza sobre a manipulação dos resultados”, declarou. Jornal da cidade
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