O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), designou a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) para presidir a Percentagem Privativo responsável por discutir o Projecto Vernáculo de Instrução (PNE) para o período de 2024 a 2034. A decisão foi formalizada em 4 de abril, quando Motta anunciou a geração de três comissões especiais, incluindo a do PNE, que terá 33 integrantes a serem indicados pelos partidos. O relator da percentagem será o deputado Moses Rodrigues (União-CE).
O PNE, previsto no projeto de lei 2614/24, de autoria do Executivo, estabelece 18 metas a serem cumpridas até 2034, abrangendo áreas porquê ensino infantil, alfabetização, ensinos fundamental e médio, ensino integral, inconstância, inclusão, ensino profissional, tecnológica e superior. A escolha de Tabata Amaral, conhecida por sua atuação na espaço educacional, reflete a prioridade que Motta tem oferecido ao tema desde sua campanha à presidência da Câmara, quando prometeu avanços significativos na ensino.
A nomeação gerou reações variadas. Alguns parlamentares e apoiadores veem a escolha porquê um passo positivo, destacando a experiência de Tabata no debate educacional. Outros, mormente críticos nas redes sociais, expressaram insatisfação, acusando Motta de ceder a pressões políticas ou de comprometer sua gestão com a decisão. Apesar disso, Motta já havia sinalizado em março que o PNE seria uma das prioridades de sua gestão, com a intenção de subscrever o projecto ainda em 2025 para implementação a partir de 2026.
A percentagem próprio terá a tarefa de conduzir um debate largo, ouvindo secretários de ensino, organizações sociais e outros setores envolvidos, para edificar um texto que atenda às demandas do país. Motta enfatizou que o objetivo é evitar a politização do tema, focando em eficiência e resultados concretos, porquê já declarou em discursos anteriores. O trabalho do colegiado deve principiar nas próximas semanas, mal os membros forem oficialmente designados.
A entrega da presidência da percentagem a Tabata Amaral reforça a estratégia de Motta de delegar pautas estratégicas a deputados com perfil técnico, enquanto ele procura lastrar as demandas de diferentes alas do Congresso. O sucesso da iniciativa dependerá da capacidade da percentagem de chegar a um consenso sobre o PNE, em um cenário político marcado por polarização e interesses divergentes.
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