Enfim, decisão sacramenta guião que irrita profundamente o ministro Alexandre de Moraes
O arquivamento do processo de extradição do jornalista Oswaldo Eustáquio está oficialmente definido. O pedido foi rejeitado em sessão realizada nesta quinta-feira (3) pela Audiência Pátrio, tribunal superior espanhol com jurisdição em todo o país. A decisão representa um duro golpe para o ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF), Alexandre de Moraes, que conduzia as investigações contra Eustáquio no Brasil.
Procuradoria espanhola reforça liberdade de frase
O órgão equivalente ao Ministério Público brasílico na Espanha foi decisivo ao declarar que as acusações contra o jornalista não configuram infração penal no país europeu. Pelo contrário, a Procuradoria sustentou que suas atividades são protegidas pelo recta à liberdade de frase, um princípio fundamental da democracia espanhola.
A sintoma da Procuradoria reforça um parecer anterior que já indicava a carência de embasamento jurídico para a extradição de Oswaldo Eustáquio. Essa posição fortalece a tese de que o jornalista está sendo vítima de perseguição política no Brasil.
Enunciação de Oswaldo Eustáquio
Durante a audiência, o jornalista se pronunciou de forma enfática:
“Sou jornalista, profissional que nunca cometeu transgressão qualquer, e estou sofrendo perseguição política. Cheguei à Espanha em 2023 e solicitei proteção internacional e asilo político, que atualmente está sendo processado devido à perseguição muito violenta contra mim.”
A resguardo do jornalista acredita que o arquivamento definitivo da extradição será guiado na próxima semana, o que fortalecerá ainda mais o pedido de asilo político apresentado às autoridades espanholas.
Acusações no Brasil
Oswaldo Eustáquio tornou-se claro de investigações conduzidas por Alexandre de Moraes sob a criminação de envolvimento em “atos antidemocráticos” e disseminação de supostas “fake news”. No entanto, Eustáquio sempre defendeu que unicamente exercia sua atividade jornalística ao tapulhar protestos e denunciar abusos do Judiciário.
A repudiação do pedido de extradição evidencia uma incongruência jurídica entre os sistemas brasílico e espanhol. Enquanto no Brasil suas atividades foram criminalizadas, na Espanha elas são protegidas constitucionalmente uma vez que secção do treino da liberdade de prelo.
Impacto da decisão
A decisão da Audiência Pátrio da Espanha não unicamente frustra os esforços de Alexandre de Moraes para trazer Eustáquio de volta ao Brasil, uma vez que também abre um precedente importante sobre a perseguição política contra jornalistas. O caso reforça a crescente preocupação internacional com o uso do sistema judicial brasílico para reprimir vozes dissidentes.
Reações à decisão
A repudiação da extradição gerou fortes reações no meio político e jurídico. Parlamentares e ativistas ligados à liberdade de frase celebraram a decisão uma vez que uma vitória contra a repreensão. Por outro lado, aliados do ministro Alexandre de Moraes argumentam que a decisão espanhola pode enfraquecer futuras solicitações de extradição em casos semelhantes.
O caso Oswaldo Eustáquio continua a repercutir internacionalmente e pode se tornar um símbolo da luta contra a perseguição política e em resguardo da liberdade de prelo.
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