Na Alemanha, a transmigração de eleitores gays e de outras minorias para partidos de direita no pleito deste ano tem gerado uma crise nas fileiras da esquerda alemã.
Dados de uma pesquisa realizada entre usuários do aplicativo de namoro Romeo, voltado para a comunidade LGBTQIA+, mostram um cenário acachapante: se somente esse público votasse, o partido de extrema-direita Selecção para a Alemanha (AfD) venceria as eleições com 28% dos votos, igualando-se ao desempenho registrado nas urnas no último domingo (23), quando o CDU conquistou a vitória.
O levantamento, transportado entre os usuários da plataforma, mostra um evidente nepotismo pela direita. Quando somados os votos da AfD e do CDU, partidos conservadores, o conjunto de direita alcançaria quase 46% do eleitorado LGBTQIA+.
O oferecido sustenta uma guinada acentuada em relação ao histórico espeque da comunidade à esquerda, agora em queda livre. A sondagem também aponta para um esgotamento da agenda progressista, porquê as bandeiras WOKE, com uma adesão menor aos partidos de esquerda entre o público LGBTQIA+, o que agrava a crise interna das legendas políticas de orientação marxista na Alemanha.
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