FBI lidera investigações sobre ao menos 10 casos envolvendo pesquisadores com entrada a informações sensíveis
Ao menos 10 profissionais vinculados a pesquisas nucleares e aeroespaciais dos Estados Unidos morreram ou desapareceram nos últimos anos, provocando uma vaga de preocupação em Washington. O FBI confirmou que lidera os esforços para identificar possíveis conexões entre os episódios, enquanto o Congresso e a Morada Branca tratam o tema uma vez que prioridade de segurança vernáculo.
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Congresso abre investigação e ofídio respostas de agências federais
Na segunda-feira, o Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes — sob controle republicano — anunciou que conduzirá sua própria apuração. Em nota solene, o comitê afirmou que os relatos “levantam questionamentos sobre uma provável relação sinistra” entre as mortes e os desaparecimentos, e solicitou esclarecimentos ao FBI, ao Departamento de Resguardo, ao Departamento de Virilidade e à Nasa.
“É muito improvável que isso seja exclusivamente uma coincidência”, disse à Fox News no domingo o presidente do Comitê de Supervisão da Câmara, James Manducar, republicano. “O Congresso está muito preocupado com isso. Nosso comitê está fazendo disso uma de nossas prioridades, porque enxergamos isso uma vez que uma ameaço à segurança vernáculo.”
O Departamento de Resguardo informou exclusivamente que responderá diretamente ao comitê, enquanto o Departamento de Virilidade encaminhou as perguntas à Morada Branca. A Nasa, por sua vez, publicou na rede X que está “coordenando e cooperando com as agências competentes” sobre o ponto. A porta-voz da sucursal, Bethany Stevens, declarou: “Até o momento, zero relacionado à Nasa indica uma ameaço à segurança vernáculo.”
Trump classifica o tema uma vez que “um tanto muito sério”
A Morada Branca confirmou na semana passada que trabalha em parceria com agências federais para apurar possíveis vínculos entre os casos. O presidente Donald Trump classificou o ponto uma vez que “um tanto muito sério”.
O FBI disse que “está liderando os esforços para buscar conexões envolvendo os cientistas desaparecidos e mortos” e que “trabalha em conjunto com o Departamento de Virilidade, o Departamento de Resguardo e autoridades estaduais e locais para encontrar respostas”.
Casos apresentam circunstâncias muito diferentes entre si
Embora os casos compartilhem o indumento de envolverem profissionais ligados a pesquisas sensíveis, as circunstâncias variam enormemente. Há homicídios sem solução, desaparecimentos sem vestígios de transgressão e, em pelo menos dois casos, familiares apontaram condições médicas pré-existentes ou dificuldades pessoais uma vez que explicações. Até agora, as autoridades não conseguiram estabelecer ligações formais entre os episódios.
O primeiro caso: a morte do observador do JPL em 2023
Segundo parlamentares, a sequência de eventos começou em 2023, com a morte de Michael David Hicks, que atuou por quase 25 anos no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa. Hicks, de 59 anos, faleceu em 30 de julho de 2023. Profissional em cometas e asteroides, conforme registros da Sociedade Astronômica Americana, ele teve sua pretexto de morte não divulgada publicamente.
Sua filha, Julia Hicks, declarou à CNN que o pai enfrentava problemas médicos conhecidos e que as especulações recentes a deixaram “muito partida”. “Pelo que sei sobre meu pai, não existe uma traço lógica que o ligue a essa provável investigação federalista”, afirmou. “Não entendo a conexão entre a morte do meu pai e os outros cientistas desaparecidos.” Ela acrescentou: “Não consigo deixar de rir disso, mas, ao mesmo tempo, está ficando sério.”
Outros pesquisadores do JPL entre as vítimas
Posteriormente a morte de Hicks, outros profissionais vinculados ao JPL também figuraram na lista de casos. Frank Maiwald, profissional em pesquisas espaciais, morreu em Los Angeles em 2024, aos 61 anos. Monica Reza, engenheira aeroespacial de 60 anos, desapareceu durante uma trilha em uma floresta de Los Angeles em junho de 2025. De entendimento com o Comitê de Supervisão da Câmara, ela havia atuado uma vez que diretora do Grupo de Processamento de Materiais de um laboratório da Nasa.
General jubilado some e deixa celular e óculos para trás
Um dos casos mais intrigantes envolve William Neil McCasland, major-general jubilado da Força Aérea. Ele não é visto desde 27 de fevereiro, quando saiu de sua vivenda em Albuquerque, no Novo México, deixando para trás o celular, óculos com proporção e dispositivos vestíveis. O FBI passou a participar das buscas.
McCasland, de 68 anos, liderou algumas das pesquisas aeroespaciais mais avançadas do Pentágono e comandou o Laboratório de Pesquisa da Força Aérea na base de Wright-Patterson. Meses depois de seu desaparecimento, as autoridades ainda desconhecem seu paradeiro, os motivos de sua saída e se houve envolvimento de terceiros.
Sua esposa, Susan McCasland Wilkerson, contestou na quadra as especulações de que o sumiço estaria ligado ao trabalho dele na base — historicamente branco de rumores sobre armazenar destroços extraterrestres relacionados ao suposto “incidente de Roswell”, apesar das negativas da Força Aérea.
“É verdade que Neil teve uma breve associação com a comunidade ufológica”, disse ela em uma publicação no Facebook. “Essa conexão não é um motivo para alguém sequestrar Neil. Ele não tem nenhum conhecimento privativo sobre corpos extraterrestres ou destroços do acidente de Roswell armazenados em Wright-Patt.” E acrescentou: “Nenhum avistamento de uma nave-mãe pairando sobre as Montanhas Sandia foi relatado.” Ela não respondeu aos pedidos de glosa da CNN nesta semana.
Desaparecimentos no Laboratório Vernáculo de Los Alamos
Dois outros desaparecidos trabalhavam no Laboratório Vernáculo de Los Alamos, um dos principais centros de pesquisa nuclear do Novo México. Melissa Casias, de 53 anos, foi vista pela última vez caminhando por uma rodovia perto de Talpa, no Novo México, em junho de 2025, segundo a Polícia Estadual. Ela deixou seus pertences em vivenda e um celular restaurado às configurações de fábrica, conforme reportou a NBC News.
Anthony Chavez, jubilado de 78 anos que atuava uma vez que encarregado de obras no laboratório, também desapareceu em maio de 2025, de entendimento com a polícia de Los Alamos. Um detetive informou à CNN que não há indícios de transgressão, mas buscas extensas não encontraram sinais de atividade nem indícios de que ele planejasse partir.
Carl Buckland, companheiro de Chavez, disse à CNN que está satisfeito por o caso estar sendo investigado: “Já era hora.”
Mortes violentas de cientistas renomados alimentam especulações
Nos últimos meses, assassinatos de pesquisadores de destaque ampliaram a preocupação. O professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) Nuno F.G. Loureiro foi morto a tiros em sua vivenda, perto de Boston, em dezembro de 2025. O atirador responsável também abriu queimada no campus da Universidade Brown, matando dois estudantes. Loureiro, de 47 anos, era físico e pesquisador em fusão nuclear, tendo liderado o Núcleo de Ciência do Plasma e Fusão do MIT, com foco no progressão de tecnologias de força limpa e outras pesquisas.
Carl Grillmair, de 67 anos, foi também morto a tiros em sua vivenda, nos periferia de Los Angeles, em fevereiro. As autoridades prenderam um suspeito que, segundo a polícia, não conhecia a vítima. O astrofísico trabalhava no Instituto de Tecnologia da Califórnia e colaborava com a Nasa.
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