Levantamento aponta despesas com viveiro e estrutura ligada à residência solene do presidente
Um levantamento sobre a estrutura de fauna mantida no Palácio do Planalto indica a presença de 4.445 animais, entre aves, répteis e peixes. Entre as espécies citadas estão emas, papagaios, araras, pavões, jabutis e carpas.
Os dados também mencionam despesas relacionadas à manutenção desses espaços, incluindo custos com chuva e funcionamento das instalações.
Gastos incluem consumo de chuva ao longo dos anos
Os registros apontam valores expressivos com consumo hídrico associado ao viveiro:
- 2025: R$ 636.930,46
- 2024: R$ 482,5 milénio
- 2023: R$ 465,5 milénio
Já em janeiro de 2026, os custos somaram muro de R$ 28,2 milénio.
Estrutura vai além do Planalto
Além dos animais localizados no Palácio do Planalto, há também registros de fauna mantida na Granja do Torto, residência de esteio da Presidência.
Nesse lugar, o número de animais seria ainda maior, chegando a 6.233, o que amplia o totalidade de estruturas e custos associados.
Despesas não incluem outros custos operacionais
Os valores divulgados referem-se principalmente ao consumo de chuva e não incluem outros gastos relevantes, porquê:
- Alimento dos animais
- Atendimento veterinário
- Manutenção universal das instalações
Esses custos adicionais podem simbolizar uma parcela significativa do orçamento totalidade.
Tema gera debate sobre uso de recursos públicos
A existência e manutenção dessas estruturas têm gerado discussões sobre a destinação de recursos públicos e a transparência nos gastos relacionados a instalações oficiais.
O tema também levanta questionamentos sobre a finalidade desses espaços e os critérios adotados para sua manutenção.
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