O embate entre o Congresso Pátrio e o Supremo Tribunal Federalista (STF) acaba de atingir um nível sem precedentes. O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da Percentagem Parlamentar Mista de Questionário (CPMI) do INSS, decidiu não recuar diante das pressões e formalizou um pedido contundente à Suprema Namoro.
O intuito da cobrança? Esclarecimentos imediatos sobre a titularidade de um número de telefone funcional, pertencente ao STF, que manteve contato direto com o polêmico banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master e pivô de um escândalo pátrio.
O Ultimato: Prazo de Dois Dias
Em um ofício que soou porquê um verdadeiro ultimato, o parlamentar estabeleceu um prazo de somente dois dias úteis para que o Supremo Tribunal Federalista forneça as respostas. O prazo se encerra na próxima segunda-feira (23/3).
Mas a ofensiva de Viana não parou por aí. Ele também requisitou o envio de um dossiê completo de informações referentes ao uso dessa risca telefônica nos últimos cinco anos, abrangendo o período de janeiro de 2021 até esta quinta-feira (19/3).
O Rastro do “Sistema” Sittel
A invenção que colocou o STF contra a parede ocorreu durante o progresso das investigações da CPMI. Ao cruzar os dados telefônicos, a percentagem identificou o número associado à Suprema Namoro na lista de contatos íntimos de Vorcaro. A autoria institucional da risca foi confirmada, mas o nome do magistrado ou servidor de cume escalão que a utilizava para falar com o banqueiro ainda é mantido a sete chaves.
Durante a sessão desta quinta-feira, o senador Carlos Viana revelou porquê a percentagem chegou a essa “explosivo” irrefutável, utilizando o Sistema de Investigação de Registros Telefônicos e Telemáticos (Sittel):
“No curso regular das investigações desta CPMI, foi realizada, por meio do sistema Sittel, uma solicitação formal às empresas de telefonia. O objetivo era simples e técnico: confirmar a titularidade de um número telefônico citado na quebra de sigilo do banqueiro Daniel Vorcaro”, disparou Viana.
O Que Está em Jogo?
A revelação coloca o STF em uma posição de extremo desconforto. A recusa ou a lentidão em identificar quem operava o telefone institucional em conversas com um banqueiro investigado pode gerar uma crise institucional de proporções catastróficas.
A CPMI do INSS mostra que não está disposta a recuar, mesmo quando as digitais da investigação apontam diretamente para a Terreiro dos Três Poderes. O Brasil aguarda, em compasso de espera, a resposta solene da Namoro.
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