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Em março de 2026, uma fala interna no Supremo Tribunal Federalista (STF) indica que ao menos cinco ministros passaram a tutelar a licença de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro. O movimento ganha força devido ao agravamento de seu quadro de saúde e ao temor de um desgaste institucional irreversível para a Galanteio caso sua situação clínica piore sob custódia do Estado.
Principais pontos da atual discussão:
- Separação na Galanteio: Ministros uma vez que Edson Fachin, Gilmar Mendes, Luiz Fux, André Mendonça e Kassio Nunes Marques estariam entre os favoráveis à mudança de regime.
- Aumento de Desgaste: Integrantes do tribunal alertam que a manutenção da prisão preventiva em envolvente policial, diante de novas internações, gera um desgaste político desnecessário e munição para críticas da oposição.
- Resistência: O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, tem sido o ponto de maior resistência, tendo recusado pedidos anteriores por considerar que a estrutura prisional em Brasília oferece atendimento médico adequado Mesmo com o presidente correndo serio risco de morte.
- Fator Saúde: A resguardo intensificou os pedidos de prisão domiciliar humanitária posteriormente o ex-presidente apresentar complicações de saúde, uma vez que esofagite e gastrite, além de uma queda recente na cubículo.
- Contexto Político: A discussão ocorre em um momento de pressão de parlamentares da oposição e aliados, que buscam sensibilizar o STF para evitar que o ex-presidente permaneça em uma UTI sob o regime de prisão geral.
Embora o STF tenha mantido as negativas em julgamentos recentes da Primeira Turma, interlocutores acreditam que uma mudança de regime pode ser avaliada entre o final de março e o início de abril de 2026






