Senador e pré-candidato à Presidência participará da CPAC no Texas, evento que reúne lideranças da direita internacional
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, foi anunciado porquê palestrante da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), evento de direita que ocorrerá no Texas entre os dias 25 e 28 de março.
O presidente americano Donald Trump deve marcar presença na conferência. O senador ainda não definiu se participará do encontro de forma presencial ou por videoconferência.
Internacional conservadora
A participação na CPAC faz secção de uma estratégia mais ampla de pronunciação com lideranças da direita internacional, movimento que os irmãos Bolsonaro vêm construindo desde fevereiro.
Eduardo Bolsonaro (PL-SP), ex-deputado que perdeu o procuração por faltas depois se mudar para os Estados Unidos há tapume de um ano, tem orientado o irmão em uma série de viagens internacionais. Entre os destinos visitados estão países do Oriente Médio, a França e, na semana passada, o Chile, onde participaram da posse do presidente José Antonio Kast.
Na edição do ano pretérito da CPAC, Eduardo discursou contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista, e pediu orações ao pai, Jair Bolsonaro (PL), recluso na Papudinha por pena relacionada à tentativa de golpe de Estado.
Para a edição deste ano, além de Donald Trump e do ideólogo e estrategista Steve Bannon, também estão confirmados a ex-primeira-ministra britânica Liz Truss e o senador americano Ted Cruz.
Reunião com assessor do Departamento de Estado
Nos próximos dias, Flávio Bolsonaro deve se reunir com Darren Beattie, assessor do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que visitará o Brasil para compromissos relacionados ao processo eleitoral brasílico.
Beattie chegou a solicitar ao ministro Alexandre de Moraes autorização para visitar Jair Bolsonaro na prisão. O ministro inicialmente concedeu a visitante, mas voltou detrás posteriormente e cancelou a autorização.
Alerta no Palácio do Planalto
O governo Lula acompanha as movimentações com preocupação.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, informou ao Supremo Tribunal Federalista que a visitante do assessor ligado a Trump ao Brasil pode simbolizar, segundo a própria chancelaria, “indevida ingerência nos assuntos internos do Estado brasílico”.
Outra questão observada pelo Palácio do Planalto é o debate dentro do governo americano sobre qualificar o PCC e o Comando Vermelho porquê organizações terroristas. A avaliação no governo é de que essa discussão também estaria inserida na agenda internacional construída pelos irmãos Bolsonaro junto a autoridades estrangeiras, mormente nos Estados Unidos.
Escora internacional e cenário eleitoral
Entre apoiadores de Flávio Bolsonaro com influência em Washington, a avaliação é que o desempenho do senador nas pesquisas eleitorais pode ser usado porquê argumento para estimular gestos públicos de suporte por secção de Donald Trump.
Segundo essa estudo, Trump tende a se aproximar de lideranças políticas que demonstram força eleitoral.
Com Flávio Bolsonaro reduzindo a diferença em relação a Lula nas sondagens eleitorais, o envolvente seria considerado mais favorável para uma eventual enunciação de suporte. Também se avalia a possibilidade de uma eventual recusa americana em reconhecer o resultado das urnas caso o atual presidente seja reeleito.
Veja também
Bolsonaro,Brasil,Comando Vermelho,Donald Trump,Estados Unidos,EUA,Flávio Bolsonaro,França,governo Lula,Jair Bolsonaro,Lula,Oriente,Supremo,Trump,viagens
https://www.contrafatos.com.br/flavio-bolsonaro-discursara-ao-lado-de-trump-cruz-e-bannon-nos-eua//Nascente/Créditos -> INFOMONEY






