Relator aponta repasses milionários e quer aprofundar investigação sobre grupo dos irmãos Batista
A Percentagem Parlamentar Mista de Questionário (CPMI) do INSS avançou sobre o grupo J&F e propôs a quebra dos sigilos bancário e fiscal da empresa controlada pelos irmãos Batista. O pedido foi apresentado pelo relator, Alfredo Gaspar (União-AL), que também defende a convocação de José Antônio Batista Costa, sobrinho dos empresários, ex-CEO da J&F e atual presidente do parecer do PicPay.
De convénio com o requerimento, a holding dos empresários Joesley e Wesley Batista, proprietária da JBS e do banco PicPay, teria transferido R$ 55,7 milhões para companhias ligadas a Danilo Trento. Ele é investigado no esquema bilionário que teria prejudicado aposentados.
Pagamentos coincidem com programa do INSS
O documento protocolado na CPMI sustenta que os repasses considerados suspeitos ocorreram ao longo dos cinco meses em que esteve ativo o programa “Meu INSS Vale+”.
Uma vez que funcionava o programa
O “Meu INSS Vale+” permitia a antecipação de benefícios a aposentados cadastrados. Na prática, o PicPay adiantava os valores aos beneficiários e, posteriormente, fazia a cobrança junto ao INSS.
Suspeita de facilitação dentro do INSS
Segundo as apurações citadas no pedido do relator, os pagamentos da J&F foram direcionados a empresas de Danilo Trento. Ele é assinalado uma vez que suspeito de ter atuado para viabilizar o programa durante o período em que Alessandro Stefanutto esteve primeiro do INSS. Stefanutto foi recluso pela Polícia Federalista.
Conexões com associações investigadas
As empresas vinculadas a Trento também estão sob investigação por receber recursos de associações uma vez que Ambec e AAB. De convénio com a Controladoria-Universal da União (CGU), essas entidades realizavam descontos inclusive em benefícios de pessoas já falecidas.
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