Proposta de Eduardo Girão já conta com suporte da maioria dos senadores
A proposta de geração de uma Percentagem Parlamentar de Sindicância (CPI) para investigar o caso do Banco Master já atingiu o número necessário de assinaturas no Senado Federalista. O requerimento foi apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) e recebeu o suporte de 42 dos 81 senadores, superando com folga o mínimo constitucional de 27 assinaturas exigidas para a instalação do colegiado.
Com isso, a CPI passa a depender exclusivamente de ato formal da Presidência do Senado para ser criada, o que pode ocorrer logo na primeira sessão depois o recesso parlamentar.
CPI no Senado e CPMI no Congresso
Paralelamente, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), já recebeu um pedido de Percentagem Parlamentar Mista de Sindicância (CPMI) sobre o mesmo caso. A iniciativa é defendida pelo deputado Carlos Jordy (PL-RJ).
O requerimento da CPMI já soma 200 assinaturas de deputados e senadores, número 26 supra do mínimo necessário. Diferentemente da CPI exclusiva do Senado, a CPMI envolve as duas Casas e só pode ser instalada depois sessão conjunta do Congresso Vernáculo.
Diferença entre CPI e CPMI
Enquanto a CPI do Senado pode ser instalada de forma mais célere, por decisão interna da Mansão, a CPMI depende de um rito mais multíplice, o que pode retardar o início dos trabalhos. A definição sobre qual padrão avançará — ou se ambos serão instalados — ainda está em destapado.
Fraudes bilionárias sob investigação
A percentagem terá uma vez que foco as fraudes financeiras atribuídas aos operadores do Banco Master, instituição controlada pelo empresário Daniel Vorcaro. Segundo apurações da Polícia Federalista e do Ministério Público, o banco teria vendido R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito inexistentes ao Banco Regional de Brasília (BRB), instituição controlada pelo governo do Província Federalista.
Prejuízo ao BRB e apurações em curso
Durante uma acareação realizada no Supremo Tribunal Federalista (STF) no termo de 2025, o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, afirmou que o banco sofreu prejuízo estimado em murado de R$ 2 bilhões em razão dos aportes feitos no Master.
A dimensão totalidade do rombo ainda está sendo analisada pelo Banco Meão do Brasil, com suporte de auditoria independente, o que pode ampliar o escopo das investigações parlamentares.
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