O deputado federalista Ubiratan Sanderson (PL-RS) encaminhou à Procuradoria-Universal da República (PGR) uma representação solicitando a lisura de investigação sobre um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes Associados. A secretária pertence à advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF) Alexandre de Moraes.
Segundo o parlamentar, o pedido se baseia em documentos e informações obtidos no contexto da operação denominada Compliance Zero. De contrato com o material apresentado, o contrato foi assinado em 16 de janeiro de 2024 e previa que o escritório jurídico assumisse a “organização e coordenação de cinco núcleos de atuação”, com interlocução junto ao Judiciário, ao Ministério Público, à Polícia Judiciária, ao Banco Medial, à Receita Federalista, à Procuradoria-Universal da Herdade Pátrio (PGFN) e ao Parecer Administrativo de Resguardo Econômica (Cade), além do seguimento de projetos em tramitação no Congresso Pátrio.
Ainda conforme a representação, o valor mensal estabelecido teria sido de R$ 3,6 milhões, o que totalizaria R$ 129 milhões ao longo de três anos. O documento aponta que, até outubro de 2025 — mês anterior à liquidação da instituição financeira — o escritório já teria recebido aproximadamente R$ 79 milhões pelos serviços contratados.
Para Sanderson, a apuração dos fatos é necessária em razão do volume de recursos envolvidos e da relação entre os responsáveis pelo contrato e integrantes da mais subida instância do Judiciário. “Apurar os fatos em toda sua extensão é absolutamente necessário, sobretudo por envolver pessoas ligadas à subida poder da Suprema Namoro brasileira, muito uma vez que por envolver valores absolutamente exorbitantes, pagos mensalmente por prestação de serviços jurídicos”, afirmou o deputado, que também atua uma vez que vice-líder da oposição.
Na representação enviada à PGR, o parlamentar sustenta que o escopo do contrato inclui atuação direta junto a órgãos de fiscalização e regulação econômica, o que, segundo ele, levanta questionamentos sobre eventual conflito de interesses. Sanderson menciona o trajo de Alexandre de Moraes integrar o STF e de filhos do ministro também atuarem uma vez que advogados no mesmo escritório.
O documento também aponta que a secretária teria participado de ações judiciais e queixas-crime envolvendo o Banco Master e executivos da instituição, incluindo o presidente Daniel Vorcaro. Essas atuações, segundo a representação, teriam ocorrido no contexto de operações financeiras que posteriormente passaram a ser classificadas uma vez que problemáticas por órgãos de controle.
Diante do cenário apresentado, Sanderson solicita que a Procuradoria-Universal da República apure, entre outros pontos: se houve atuação do escritório na resguardo de interesses do Banco Master perante órgãos regulatórios; se integrantes da secretária participaram de estratégias relacionadas a créditos fictícios ou à movimentação de ativos de origem suspeita; a existência de eventual tentativa de influência indevida em decisões administrativas ou judiciais envolvendo o banco; e possíveis violações às leis de lavagem de numerário, improbidade administrativa e crimes contra o sistema financeiro.
Até o momento, a PGR não informou se instaurou procedimento para apurar os fatos. O espaço segue desimpedido para revelação dos citados.
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