O astrofísico Avi Loeb, da Universidade de Harvard, publicou um item em parceria com os pesquisadores Adam Hibberd e Adam Crowl, da Iniciativa para Estudos Interestelares (i4is), com sede em Londres, que explora a hipótese de que o objeto interestelar 3I/ATLAS, recentemente detectado, pode ter sido desenvolvido por lucidez extraterrestre.
O item, publicado em junho deste ano — feito em grande segmento uma vez que um “manobra pedagógico” segundo os próprios autores — analisa a astrodinâmica do 3I/ATLAS e levanta a hipótese de que esse objeto possa ser um artefato tecnológico de outra cultura.
“Nesta tempo inicial de sua passagem pelo nosso Sistema Solar, o 3I/ATLAS, objeto interestelar recentemente revelado, exibiu diversas características anômalas, determinadas a partir de observações fotométricas e astrométricas”, diz o resumo do item. “Principalmente uma vez que um manobra pedagógico, apresentamos uma estudo suplementar da astrodinâmica do 3I/ATLAS e levantamos a hipótese de que oriente objeto possa ser de origem tecnológica e, possivelmente, hostil, uma vez que seria esperado da solução da ‘Floresta Escura’ para o Paradoxo de Fermi”.
A “Floresta Escura” é uma hipótese que tenta explicar o Paradoxo de Fermi, isto é, a incoerência entre a subida verosimilhança de vida extraterrestre viver e a falta de evidências de contato. A teoria sugere que civilizações inteligentes se escondem e permanecem em silêncio para evitar serem destruídas por civilizações mais avançadas, que seriam predadoras e agressivas.
O telescópio Atlas (Asteroid Terrestrial-Impact Last Alert Survey System), localizado em Río Hurtado, no Chile, e financiado pela Nasa, detectou em 1º de julho de 2025 um objeto de origem interestelar com dimensões estimadas entre 20 e 30 quilômetros: o cometa 3I/Atlas.
Observações recentes do Telescópio Espacial James Webb indicam que sua cabeleira tem uma proporção incomum de dióxido de carbono em relação à chuva — tapume de oito vezes maior do que a observada em cometas típicos. Aliás, ele começou a liberar gás e poeira muito longe do Sol, contrariando os modelos conhecidos. Essas características, descritas em estudos da ESA (Sucursal Espacial Europeia) tornam seu comportamento difícil de prever.
Segundo o item, o 3I/ATLAS exibe outras características incomuns:
- Trajectória retrógrada quase alinhada com o projecto da Terreno, um tanto que teria somente 0,2% de verosimilhança de ocorrer por eventualidade.
- Tamanho estimado em 20 km, grande demais para um asteroide interestelar típico;
- Falta de gases cometários, o que descarta comportamento de um cometa convencional.
- Sincronização incomum com as órbitas de Vênus, Marte e Júpiter, o que poderia indicar planejamento.
- Trajetória oculta detrás do Sol, dificultando observações diretas — um tanto que, segundo Loeb, poderia ser propositado.
Os autores consideram a hipótese de que o 3I/ATLAS possa realizar uma manobra de desaceleração “Oberth reversa”, usada para naves frearem e se aproximarem de planetas uma vez que a Terreno.
Loeb e seus colegas afirmam não endossar plenamente a hipótese estranho, mas defendem que ela deve ser cientificamente testada. O físico compara o raciocínio à aposta de Pascal — é mais racional considerar a possibilidade de risco existencial do que ignorá-la.
Mesmo que o 3I/ATLAS seja um objeto proveniente, o estudo levanta questões fundamentais sobre uma vez que a humanidade interpreta sinais cósmicos e destaca a valimento de investigar tecnossinais em futuros objetos interestelares detectados pelo Observatório Vera C. Rubin.
Créditos (Imagem de toga): 3I/Atlas viajando pelo Sistema Solar — Foto: David Jewitt/NASA/ESA/Instituto de Ciência do Telescópio Espacial
https://www.aliadosbrasiloficial.com.br/noticia/pesquisadores-propoem-hipotese-de-que-cometa-3i-atlas-tenha-sido-desenvolvido-por-inteligencia-extraterrestre/Nascente/Créditos -> Aliados Brasil Solene









