Ministros do Supremo Tribunal Federalista (STF) indicaram que a Namoro pode intervir caso instituições financeiras que operam no Brasil apliquem bloqueios de contas com base na Lei Magnitsky, sancionada pelo governo dos Estados Unidos. A medida foi utilizada em julho contra Alexandre de Moraes e pode atingir outros magistrados e familiares.
A legislação americana prevê que bancos com operações nos EUA ou que realizem transações em dólar sejam obrigados a gelificar ativos, fechar contas e cancelar cartões de crédito de pessoas sancionadas. Até o momento, não há indícios de que instituições brasileiras adotem tais medidas contra Moraes. As informações são do Valor Econômico.
Há no STF um pedido para barrar eventual bloqueio de contas do ministro, apresentado pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), líder do PT na Câmara. O partido Novo, por sua vez, questionou a constitucionalidade da ação.
Na semana passada, Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes se reuniram com banqueiros a invitação de Rodrigo Maia, presidente da Confederação Vernáculo das Instituições Financeiras. O encontro contou com a presença de André Esteves (BTG), além de representantes do Itaú, Santander e Febraban.
Segundo relatos, os bancos não manifestaram intenção de restringir operações no Brasil, mas demonstraram preocupação com eventuais impactos da sanção americana. Rodrigo Maia classificou a conversa uma vez que “tranquila” e disse que não foram discutidas novas medidas contra familiares de ministros.
Créditos (Imagem de cobertura): Ministro Luís Roberto Barroso preside Sessão Plenária — Foto: SCO/STF/Filial O Orbe
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