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Eduardo Bolsonaro garante que não renunciará ao procuração
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O deputado federalista Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou neste domingo (20) que não renunciará ao procuração na Câmara dos Deputados. A enunciação foi feita durante uma transmissão ao vivo em seu ducto no YouTube, encerrando as especulações sobre sua saída definitiva do Parlamento.
Em março, Eduardo havia solicitado uma licença de 120 dias, alegando perseguição política e se mudado para os Estados Unidos. O prazo da licença encerrou neste domingo (20), mas o deputado assegurou que ainda tem margem para estender sua carência. “Se eu quiser, eu consigo levar meu procuração, pelo menos, até os próximos três meses. Eu não vou fazer nenhum tipo de repúdio”, afirmou.
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}
function shuffleAndBuild() {
let shuffledProducts = […productData];
const storageKey = ‘achadinhos-ultimate-order-v3’; // Novidade chave para evitar conflitos
let lastOrderStr = null;
try {
lastOrderStr = localStorage.getItem(storageKey);
} catch(e) { console.warn(“Could not access localStorage”); }
let currentOrderStr;
let attempts = 0;
do {
for (let i = shuffledProducts.length – 1; i > 0; i–) {
const j = Math.floor(Math.random() * (i + 1));
[shuffledProducts[i], shuffledProducts[j]] = [shuffledProducts[j], shuffledProducts[i]];
}
currentOrderStr = JSON.stringify(shuffledProducts.map(p => p.name));
attempts++;
} while (shuffledProducts.length > 1 && currentOrderStr === lastOrderStr && attempts < 10);
try {
localStorage.setItem(storageKey, currentOrderStr);
} catch(e) { console.warn(“Could not save to localStorage”); }
carouselInner.innerHTML = shuffledProducts.map(createProductHTML).join(”);
items = Array.from(banner.querySelectorAll(‘.av-ultimate-card’));
}
function createIndicators() {
indicatorContainer.innerHTML = ”;
items.forEach((_, índice) => {
const indicator = document.createElement(‘div’);
indicator.classList.add(‘av-ultimate-indicator’);
indicator.addEventListener(‘click’, () => goToSlide(índice));
indicatorContainer.appendChild(indicator);
});
}
function updateCarousel() {
carouselInner.style.transform = `translateX(-${currentIndex * 100}%)`;
const indicators = indicatorContainer.children;
Array.from(indicators).forEach((indicator, i) => indicator.classList.toggle(‘active’, i === currentIndex));
}
function goToSlide(índice) {
currentIndex = índice;
updateCarousel();
resetAutoSlide();
}
function handleNextSlide() {
currentIndex = (currentIndex + 1) % items.length;
updateCarousel();
}
function startAutoSlide() {
clearInterval(slideInterval);
slideInterval = setInterval(handleNextSlide, 7000);
}
function resetAutoSlide() {
clearInterval(slideInterval);
startAutoSlide();
}
function setupEventListeners() {
banner.addEventListener(‘mouseenter’, () => clearInterval(slideInterval));
banner.addEventListener(‘mouseleave’, startAutoSlide);
}
shuffleAndBuild();
createIndicators();
setupEventListeners();
startAutoSlide();
updateCarousel();
})();
Com o término da licença, o retorno de Eduardo à função parlamentar ocorre involuntariamente, sem premência de formalização, segundo a Câmara. Caso não entregue formalmente uma repúdio até esta segunda-feira (21), ele volta a receber o salário de R$ 46,3 milénio porquê deputado.
Mesmo fora do Brasil, Eduardo não corre risco repentino de perder o incumbência. A legislação permite faltas em até um terço das sessões plenárias no ano. Até o momento, ele acumula quatro ausências não justificadas, com 44 sessões ainda permitidas para faltar, conforme lembrou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Durante a semana, o parlamentar chegou a indicar a possibilidade de repúdio. “Se eu voltar, o Alexandre vai me prender”, disse à Folha, referindo-se ao ministro do STF Alexandre de Moraes. Ele também afirmou que poderia simplesmente deixar o tempo percorrer até atingir o limite de faltas permitido.
Eduardo ainda mencionou um projeto do deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), que prevê o treino remoto do procuração a partir do exterior. A proposta, no entanto, está paragem na Mesa Diretora da Câmara, sem previsão de votação.
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Fim de interrogatório no STF
O comportamento do deputado resultou na preâmbulo de um interrogatório no Supremo Tribunal Federalista, a pedido da Procuradoria-Universal da República. A investigação envolve suspeitas de filtração no curso do processo, obstrução de investigação e tentativa de cessação violenta do Estado democrático de Recta.
Eduardo estaria atuando junto ao governo americano para pressionar ministros do STF. Segundo a PGR, o objetivo seria obrigar a Galanteio e beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, réu por tentativa de golpe.
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No sábado (19), Eduardo usou as redes sociais para agradecer ao presidente dos EUA, Donald Trump, por supostamente revogar vistos de ministros brasileiros. “De guardado só posso falar uma coisa: tem muito mais por vir!”, escreveu no X (velho Twitter).
Críticas ao governo Lula e resguardo de tarifa sobre produtos do Brasil
Em entrevista à CNN, Eduardo voltou a criticar o governo Lula e defendeu a imposição de tarifas sobre produtos brasileiros exportados aos EUA. Segundo ele, a medida de 50% “não é o cenário desejado, mas é a única esperança que resta”. Ele afirmou lamentar que “o povo brasílico tenha que remunerar essa conta”.
https://www.newsatual.com/eduardo-bolsonaro-rompe-o-silencio-sobre-camara//Nascente/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE








