Durante a orifício da primeira sessão da cúpula de chefes de Estado do Brics, neste domingo (6), no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a qualificar as ações de Israel em Gaza porquê ‘genocídio’ e pediu o reconhecimento do Estado palestino porquê requisito para a silêncio na região.
“Absolutamente zero justifica as ações terroristas perpetradas pelo Hamas. Mas não podemos permanecer indiferentes ao genocídio praticado por Israel em Gaza e à matança indiscriminada de civis inocentes e o uso da penúria porquê arma de guerra”, declarou Lula.
A enunciação foi feita durante a sessão dedicada ao tema Silêncio e Segurança e Reforma da Governança Global do Brics. Lula defendeu que a única solução viável para o conflito passa pelo termo da ocupação israelense na Filete de Gaza e a geração de um Estado palestino soberano.
Ao longo do ano, Lula já se referiu ao conflito entre Israel e o Hamas porquê “genocídio” em diversas ocasiões:
- 5 de fevereiro – declarou que a Filete de Gaza é níveo de um “genocídio”;
- 10 de maio – afirmou que o Tropa de Israel comete um “genocídio” contra mulheres e crianças;
- 14 de maio – pediu que Donald Trump acabe com o “genocídio” em Gaza;
- 3 de junho – declarou que Israel precisa parar com o “vitimismo” e reconhecer o “genocídio”;
- 5 de junho – chamou a guerra em Gaza de “genocídio premeditado”;
- 4 de julho – disse que a ONU é incapaz de impedir o genocídio em Gaza.
Ucrânia e Haiti também foram citados
No mesmo exposição, Lula voltou a criticar a meio da guerra entre Rússia e Ucrânia. Disse que “é preciso aprofundar o diálogo direto” entre os dois países para um cessar-fogo e uma silêncio duradoura.
O presidente mencionou o grupo criado entre Brasil e China para tentar intermediar o termo do conflito, embora a iniciativa tenha sido desconsiderada tanto por Moscou quanto por Kiev.
Sobre o Haiti, Lula externou que a comunidade internacional abandonou o país “antes da hora” e defendeu uma ampliação da missão da ONU na região. Segundo o petista, o Brasil apoia um reforço internacional que “combine ações de segurança e desenvolvimento” para sustar a escalada de violência no país caribenho.
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