Post Views: 6
Luiz Inácio Lula da Silva e seus aliados da extrema-esquerda lulofascista vivem repetindo um bordão com rosto de slogan populista: “Precisamos taxar os super-ricos!”. Porém, basta uma estudo séria e desprovida de paixões ideológicas para concluir que essa fala não passa de uma moca útil. Pior: de uma estratégia de manipulação para encobrir a real prática de um governo que, longe de punir os mais ricos, perdoa suas dívidas, desfaz punições e protege seus aliados milionários.
Durante seus mandatos, Lula já concedeu ou articulou o perdão de dívidas bilionárias a empresários, bancos e até países estrangeiros. Em 2009, o governo brasílico perdoou murado de US$ 900 milhões em dívidas de países africanos, incluindo Congo, Moçambique e Tanzânia.
Os perdões foram concedidos mesmo sem contrapartidas objetivas para o Brasil, em nome de uma vaga “solidariedade internacional”. Esse verba poderia ter sido usado para combater a pobreza e a miséria dentro do território vernáculo.
No mesmo período, o BNDES concedeu mais de R$ 10 bilhões em empréstimos subsidiados para empreiteiras brasileiras atuarem no exterior, em países porquê Cuba, Venezuela e Angola. Os empréstimos, depois investigados pela Lava Jato, foram dados a empresas porquê Odebrecht, OAS e Andrade Gutierrez, todas envolvidas em grandes escândalos de prevaricação.
A hipocrisia chega ao vértice quando se examina a própria situação do presidente Lula com a Receita Federalista. Segundo a prelo, a Receita havia identificado R$ 18 milhões em receitas não declaradas pelo Instituto Lula, com base em auditoria fiscal feita em 2016. O processo foi anulado pelo STF, que declarou nulas as provas colhidas pela Lava Jato.
Ou seja: enquanto pequenos empresários e trabalhadores autônomos vivem o peso da fiscalização tributária, o ex-presidente teve suas dívidas anuladas com a caneta do Supremo.
Aliás, Lula declarou ao TSE em 2022 um patrimônio pessoal de R$ 7,4 milhões, incluindo imóveis, aplicações e veículos.
A extrema-esquerda lulofascista tenta vender a teoria de que a direita protege os ricos, enquanto ela própria seria defensora dos pobres contra os “privilegiados”. A verdade é oposta: os governos de esquerda no Brasil historicamente protegeram grandes empresários “amigos do rei”, perdoaram dívidas bilionárias de governos aliados ideológicos e blindaram seus próprios líderes milionários contra a Justiça e o Fisco.
O oração de Lula, escoltado pela extrema-esquerda lulofascista e sua militância de redação, sobre justiça fiscal e taxação dos super-ricos é pura encenação. Trata-se de mais uma tática de manipulação política para manter o povo sob controle narrativo, enquanto a prática real é o favorecimento de elites seletivas e o apagamento de dívidas de seus próprios aliados — inclusive dele mesmo.
Quem realmente defende justiça fiscal e paridade perante a lei não pode ser cúmplice desse teatro. E no caso de Lula, o barranco entre oração e prática não é só incoerência — é fraude moral.
https://jornalbrasilonline.com.br/o-estelionato-fiscal-da-esquerda-a-farsa-da-taxacao-dos-ricos-vem-a-tona//Nascente/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE









