O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federalista (STF), autorizou nesta terça-feira (4) a início de novos inquéritos envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, sabido uma vez que Lulinha. As medidas foram solicitadas pela Polícia Federalista no contexto dos desdobramentos da Operação Sem Desconto, que investiga supostas irregularidades relacionadas a descontos indevidos em benefícios do INSS.
Segundo as informações divulgadas, uma das novas investigações procura apurar a atuação de um grupo de pessoas que, conforme a risca investigativa da Polícia Federalista, teria mantido relações com supostos negócios ilícitos envolvendo áreas da governo pública federalista. Outra apuração autorizada pretende esclarecer um verosímil vazamento de informações sigilosas relacionadas ao caso.
Com as novas decisões, Lulinha passa a figurar em diferentes investigações conduzidas no STF, todas originadas a partir de pedidos apresentados pela Polícia Federalista durante o progresso das apurações.
Investigações anteriores
Os primeiros procedimentos foram autorizados anteriormente pelo ministro André Mendonça. Entre as suspeitas investigadas estão possíveis casos de tráfico de influência em negociações envolvendo órgãos federais, além de apurações relacionadas à celebração de contratos públicos.
As investigações também analisam possíveis crimes uma vez que prevaricação, lavagem de verba e organização criminosa, hipóteses que ainda estão em tempo de apuração pelas autoridades responsáveis.
Resguardo nega irregularidades
Até o momento, a resguardo de Lulinha tem refutado qualquer prática ilícita e afirma que as investigações deverão provar a inexistência de irregularidades. Os advogados sustentam que seu cliente não praticou os atos atribuídos pela risca investigativa da Polícia Federalista.
Próximos passos
Com a autorização dos novos inquéritos, a Polícia Federalista poderá ampliar a coleta de provas, realizar novas diligências e ouvir testemunhas dentro das investigações. Eventuais responsabilidades somente poderão ser definidas posteriormente a epílogo dos procedimentos e eventual sintoma do Ministério Público e do Poder Judiciário.
Enquanto isso, o caso permanece sob séquito do Supremo Tribunal Federalista, que continuará analisando os pedidos apresentados ao longo das investigações.