Empresária Roberta Luchsinger pede ao STF que ministro André Mendonça solicite à PGR o arquivamento de investigação da Operação Sem Desconto ligada a Lulinha
Por ContraFatos 07/07/2026 Atualizado em 07/07/2026
Empresária quer que ministro André Mendonça peça arquivamento à PGR, alegando privação de provas e invasão de privacidade pela Polícia Federalista
A empresária Roberta Luchsinger, investigada no contextura da Operação Sem Desconto, acionou o Supremo Tribunal Federalista por meio de seus advogados para tentar fechar as apurações que a envolvem. O pedido, protocolado perante o ministro André Mendonça, solicita que o magistrado determine a sintoma da Procuradoria-Universal da República (PGR) pelo arquivamento do caso.
Operação investiga esquema de desvios em aposentadorias do INSS
Roberta Luchsinger entrou na mira da Polícia Federalista durante investigações sobre a relação entre o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, divulgado uma vez que Careca do INSS, e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, fruto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em dezembro de 2025, a empresária foi claro de mandados de procura e consumição em uma período da Operação Sem Desconto, que apura um esquema de desvios envolvendo aposentadorias do INSS.
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Advogados alegam que PF extrapolou o escopo da investigação
Na petição dirigida ao STF, os advogados Bruno Salles e Marco Antonio Chies Martins argumentam que não há “elementos concretos que apontem para a prática de qualquer irregularidade” por secção de sua cliente. A resguardo sustenta que a apuração conduzida pela PF ultrapassou seus limites ao continuar sobre a vida pessoal da empresária. A petição foi divulgada pela pilastra de Mônica Bergamo no jornal O Orbe.
Resguardo afirma que serviços prestados eram regulares
Segundo os advogados, Roberta Luchsinger já demonstrou “a regularidade de sua atuação profissional e dos serviços prestados à empresa de Antônio Carlos Camilo Antunes, consistentes em estudos relativos à regulação do canabidiol no Brasil, pela qual recebeu remuneração regular, devidamente formalizada mediante a emissão das correspondentes notas fiscais”.
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Relação com Lulinha seria estritamente pessoal, diz resguardo
Os advogados também reforçam que a amizade entre Luchsinger e Lulinha “é estritamente pessoal e não guarda qualquer relação com os fatos investigados”. A empresária não deseja ser identificada publicamente por essa proximidade com o fruto do presidente.
Acusações de vazamentos seletivos
A equipe jurídica de Roberta Luchsinger alega que ainda não teve aproximação à íntegra do material reunido pela Polícia Federalista e denuncia que o caso vem sendo marcado por “vazamentos seletivos” para a prelo.
Na petição, a resguardo vai além: “Some-se a isso o veste de a investigação em relação à peticionária já ter esgotado seu objeto e o que se observa é a introdução sucessiva de novas linhas investigatórias que, à míngua de qualquer lastro probatório, avançam sobre a vida pessoal de Roberta e suas relações privadas, configurando pescaria”.
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