⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷
Enquanto o governo federalista conseguiu registrar superavit de R$ 26,1 bilhões e Estados e municípios fecharam com saldo positivo de R$ 329 milhões, as empresas públicas puxaram o resultado para inferior. O setor público consolidado encerrou abril com superavit de R$ 24,6 bilhões — mas seria consideravelmente maior se as estatais não existissem uma vez que ralos permanentes de quantia público.
Mas há um pormenor.
Receba no WhatsApp as principais noticias do diaEntre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Entrar no grupo
Esse não é um fenômeno solitário. No amontoado de 12 meses, o resultado primordial continua deficitário: R$ 126,6 bilhões no vermelho, o equivalente a 0,97% do PIB. Quase 1% de tudo o que o país produz é consumido pelo buraco preto das contas públicas.
E é aí que a história complica.
Quando se incluem os juros da dívida — aqueles que o governo finge que não existem na hora de apresentar resultados — o deficit nominal amontoado em 12 meses chega a R$ 1,22 trilhão. Leia de novo: trilhão. Isso representa 9,41% do PIB. As despesas com juros em abril somaram R$ 84,8 bilhões, contra R$ 69,7 bilhões no mesmo período do ano anterior. Uma escalada de mais de R$ 15 bilhões — alimentada, em boa segmento, pela própria política fiscal expansionista que pressiona as taxas de juros para cima.
A pergunta que ninguém faz é simples: por que o Estado brasílico ainda mantém empresas que dão prejuízo sistematicamente?
A resposta, evidente, não está nos manuais de economia. Está na lógica de poder do PT. Estatais não são instrumentos de eficiência. São instrumentos de controle político. São os cargos de indicação, os conselhos lotados de apadrinhados, as diretorias distribuídas uma vez que moeda de troca parlamentar. São o Estado inchado funcionando exatamente uma vez que foi desenhado para funcionar — não para dar lucro, mas para dar poder.
Agora compare: governos que privatizaram, que reduziram o tamanho da máquina, que tiraram o Estado de onde ele não deveria estar — esses entregaram resultados fiscais superiores, justamente porque não carregavam nas costas o peso morto de empresas que só existem para satisfazer interesses políticos.
O PT governa assim. Sempre governou. Gasta mais do que arrecada, expande o Estado uma vez que se expansão fosse virtude, e depois apresenta o deficit uma vez que se fosse acidente climatológico — alguma coisa inevitável, alguma coisa que simplesmente aconteceu.
Não aconteceu. Foi decisão.
Cada real de deficit das estatais é uma escolha. Cada missão de indicação política é uma escolha. Cada empresa pública mantida no respirador sintético para servir de balcão de negócios partidários é uma escolha deliberada de quem prefere o poder ao estabilidade fiscal.
R$ 1,8 bilhão em um mês. R$ 126,6 bilhões em 12 meses. R$ 1,22 trilhão de deficit nominal.
Os números são eloquentes. A questão é se alguém em Brasília está ouvindo — ou se o fragor das nomeações políticas é superior demais.
acidente,Banco Meão,Brasília,chega,contas públicas,deficit público,dívida pública,estatais,governo federalista,juros,municípios,política,política fiscal,prejuízo,PT
https://www.contrafatos.com.br/estatais-sangram-r-18-bilhao-em-abril-e-ninguem-se-surpreende//Nascente/Créditos -> CONTRA FATOS
⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷