Em entrevista ao Opera Mundi, Dilma Rousseff diz que ‘estocar vento’ se referia ao armazenamento de pujança renovável em baterias, tecnologia que já opera comercialmente…
Por ContraFatos 02/11/2026 Atualizado em 02/11/2026
Enunciação feita na ONU em 2015 virou meme; segundo a ex-presidente, a frase tratava do armazenamento de eletricidade em baterias
A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) explicou o que quis expor ao falar em “estocar vento”, frase que usou em exposição na Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro de 2015. Em entrevista ao site Opera Mundi, ela afirmou que se referia ao armazenamento de pujança renovável e que a tecnologia já opera em graduação mercantil em outros países, uma vez que a China.
Na quadra do exposição, a enunciação virou meme nas redes sociais. Dilma Rousseff é a atual presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB).
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Porquê funciona o armazenamento, segundo Dilma
De conformidade com a ex-presidente, o termo não significa vigiar a volume de ar, mas a trouxa que as turbinas produzem. O movimento das hélices aciona geradores, que convertem a força do deslocamento em eletricidade.
As matrizes solar e eólica oscilam ao longo do dia, e por isso a oferta varia. Quando uma usina gera mais do que a rede consome, o excedente é enviado a baterias de grande porte. As células retêm essa trouxa e a devolvem ao sistema nos horários de pico ou em momentos de estiagem e calmaria.
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Esse mecanismo estabiliza a rede elétrica e evita apagões. Em vez de acionar usinas termelétricas caras nos horários de maior consumo, o sistema utiliza a pujança que ficou retida nas células.
CATL usa a tecnologia em projetos na China
A chinesa CATL, maior trabalhador de baterias do mundo, aplica essa tecnologia em projetos reais. Um exemplo é o multíplice de Haixi, que combina usinas eólicas, solares e baterias.
A empresa também opera a estação de Jinjiang, que usa baterias de íons de lítio para armazenar pujança e liberá-la na rede quando há demanda. A estrutura funciona uma vez que um “pulmão” do sistema elétrico.
O setor elétrico global trata a aglomeração de trouxa uma vez que prioridade na transição energética. Nações com matrizes baseadas em fontes renováveis precisam desses sistemas para lastrar a intermitência oriundo da geração.