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A The Economist afirma que o capital está em debandada. Na avaliação da publicação, os agentes econômicos temem, com razão, uma vaga de gastos desenfreados e a estagnação do país.
Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos
Do lado da oposição, a revista relata que o clima é de temor. Flávio deixou o Brasil e buscou refúgio nos Estados Unidos. O senador tomou a decisão depois de o Supremo Tribunal Federalista (STF) ordenar a retenção de seus passaportes.
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Apesar da turbulência política, a publicação enfatiza que o principal transe para o país vem da rota de colisão econômica desenhada pelo governo Lula.
A conta dos gastos públicos
Segundo a The Economist, o mercado apostava na vitória de Flávio por duvidar totalmente de Lula. O texto destaca que sucessivas administrações gastaram sem limites. Isso levou o Banco Médio a solevar a taxa de juros real para 9%. Porquê resultado, o Brasil compromete com o pagamento de juros da dívida uma fatia do PIB superior à de quase todas as grandes nações.
Nem mesmo a repleção de recursos naturais, porquê o agronegócio, os minerais e o petróleo, livrou o país de décadas de desenvolvimento medíocre sob a tutela de um Estado gastador.
Os dados compilados pela revista mostram o tamanho do problema:
- Déficit recorde: o déficit orçamentário do governo Lula supera 9% do PIB.
- Explosão da dívida: o Fundo Monetário Internacional estima que a dívida pública atingirá 97% do PIB ainda neste ano, contra 84% deixados em 2022.
- Conta das promessas: novos programas assistencialistas prometidos por Lula, que minimizou a responsabilidade fiscal, custarão tapume de 2% do PIB até o término de 2027.
Exigências para evitar uma crise
Para a revista londrina, se o presidente de 81 anos quiser salvar seu legado e não repuxar os mais pobres para uma crise severa, terá de adotar um rumo oposto ao exposição de campanha. As exigências incluem:
- a indicação de um ministro da Herdade com credibilidade perante o setor produtivo;
- a aprovação de um teto de gastos rigoroso;
- a extinção de isenções fiscais que beneficiam corporações ligadas a lobistas;
- o freio nos reajustes de aposentadorias de militares e servidores públicos, que avançam supra da inflação.
Concentração de poder e o STF
O periódico labareda atenção para outro ponto sensível: a concentração de poder nas mãos de Lula no novo procuração. O petista terá a privilégio de indicar diretores para o Banco Médio, nomear cargos na Superintendência das Finanças Públicas e, sobretudo, indicar quatro novos ministros para o STF. A The Economist classifica a incisão porquê um órgão francamente politizado e desgastado por alegações de prevaricação.
A aviso final da publicação é taxativa. Se Lula encarar o resultado eleitoral porquê missiva branca para intensificar a gastança e as políticas que quase o derrotaram, causará uma recessão profunda e um sinistro fiscal. Isso, segundo a revista, transformará sua vitória dourada em cinzas.
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https://www.contrafatos.com.br/por-que-the-economist-alerta-para-risco-fiscal-apos-reeleicao-de-lula-com-real-e-ibovespa-em-queda//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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