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O que se sabe sobre o ex-agente
O varão é naturalizado norte-americano e chegou ao Brasil em 19 de outubro. De consonância com os registros analisados pelos investigadores, ele acompanhou Flávio de Brasília até a fronteira com a Argentina. Estava na mesma van que o senador durante a travessia da Ponte Tancredo Neves, entre Foz do Iguaçu (PR) e Puerto Iguazú.
A passagem ocorreu na noite de terça-feira (27/10) e foi registrada por câmeras de segurança. Outros dois motoristas também foram identificados. Um é ex-vereador de Foz do Iguaçu e transportou o senador. O outro é rebento dele, responsável pelo veículo que levava a família.
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O Mossad participou da operação?
Até agora, não há comprovação de que o Mossad tenha organizado, financiado ou autorizado a saída de Flávio Bolsonaro. O que se identificou foi a presença de um varão que trabalhou anteriormente para a dependência israelense.
Ter integrado um serviço de lucidez não significa, necessariamente, que a pessoa atue em nome da instituição ou do governo de Israel. A participação solene do Mossad ainda não foi demonstrada.
Uma vez que Flávio chegou aos EUA
Depois de cruzar a fronteira, Flávio e seus familiares embarcaram em um jato privado Gulfstream G400, operado pela empresa argentina Baires Fly. A avião fez graduação em Guayaquil, no Equador, antes de seguir para Miami, nos Estados Unidos.
Segundo informações atribuídas ao jornal The New York Times, o avião teria sido providenciado por Jason Miller, estrategista político ligado a Donald Trump. Fontes brasileiras descreveram a operação uma vez que uma “exfiltração”, termo usado para definir a retirada planejada e discreta de uma pessoa. O nome interno seria “Alba”.
As investigações também apontam provável base de pessoas ligadas ao governo prateado de Javier Milei. A extensão dessa participação ainda precisa ser esclarecida.
Por que Flávio deixou o Brasil
A viagem ocorreu dois dias depois da guião de Flávio para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo vez das eleições presidenciais. Na segunda-feira (26/10), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), determinou a entrega dos passaportes do senador à Polícia Federalista e proibiu sua saída do país.
Investigação
A Polícia Federalista procura identificar quem organizou e financiou o transporte do senador e de seus familiares. Conforme as informações divulgadas, a corporação avalia pedir ao STF o bloqueio de bens de Flávio, incluindo contas bancárias.
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https://www.contrafatos.com.br/ex-agente-do-mossad-acompanhou-flavio-bolsonaro-na-travessia-ate-a-argentina-aponta-investigacao//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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