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Último ato em SP antes do segundo vez
O evento ocorreu no Espaço Inter. Participaram o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), André do Prado (PL), Lucas Pavanato (PL), Guilherme Derrite (PL) e o prefeito de Guarulhos, Lucas Sanches (PL).
Foi o último ato de campanha no Estado de São Paulo antes do segundo vez, marcado para o próximo domingo, 25.
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Flávio serpente transparência da família Lula
No exposição, Flávio afirmou que Lula não usa celular e que Marcola recebe as ligações destinadas ao presidente. O senador também declarou que mantém seu patrimônio regularizado perante a Justiça Eleitoral e a Receita Federalista.
“Porque o meu patrimônio foi construído com muito suor, muito trabalho”, disse. “Desde os 18 anos eu trabalho. Com muito esforço, suor e meu trabalho, dissemelhante dos filhos dele, pessoal”.
O senador voltou a referir Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, rebento do presidente, e questionou a evolução dos negócios do empresário. Segundo Flávio, Lulinha começou a curso porquê vigia de zoológico e, depois, se tornou sócio de uma empresa com contratos de R$ 132 milhões com o governo federalista.
“Lula, não me confunda com seu rebento”, afirmou. “Eu sou rebento do Bolsonaro. Eu não sou um ladrão igual ao seu rebento.”
Flávio também condicionou a introdução de seus dados à divulgação de informações sobre familiares do presidente e entidades ligadas a ele.
“Portanto, Lula, eu vou até o término, Lula. Para eu terebrar minhas contas, você tem que terebrar as contas da sua família, do Instituto Lula, que o Marcola falou que deu 30 milhões por fora para fazer o seu filme”, declarou.
O senador cobrou ainda esclarecimentos sobre supostas estruturas financeiras no exterior ligadas a Lulinha. Em seguida, questionou se Lula divulgaria informações protegidas por sigilo relacionadas ao cartão corporativo e às visitas ao Palácio da Alvorada. Flávio mencionou ainda a primeira-dama Janja ao cobrar a divulgação dos registros.
Durante o ato, o parlamentar retomou uma sátira feita por Lula aos cariocas, a quem o presidente chamou de “malandros” no primeiro debate do segundo vez, realizado pela Band.
Marcola e as conversas sobre o Banco Master
Marcola chefiou o gabinete de Lula durante boa segmento do atual procuração e deixou o missão em 21 de julho deste ano. A justificativa solene foi a participação na campanha à reeleição do presidente. Segundo a CNN, porém, a saída ocorreu em meio à invenção de pagamentos feitos a ele pela lobista Roberta Luchsinger, que mantém relações com Lulinha.
Flávio associou o ex-assessor à atuação do rebento do presidente com o governo federalista. “O Lula tem o Marcola do lado dele”, afirmou. “É esse Marcola que abria as portas para o Lulinha, rebento dele, fazer negócios com todos os ministérios.”
O senador cobrou portanto que Marcola também abrisse seus registros telefônicos. “Portanto eu abro meu sigilo de telefone, sim, mas o Marcola tem que terebrar o dele, concorda?”, questionou.
O nome do ex-chefe de gabinete também apareceu em conversas sobre o Banco Master. Em julho de 2025, Marcola discutiu a situação da instituição financeira com Walfrido Warde, ex-advogado de Daniel Vorcaro, em um grupo de WhatsApp chamado “Amigos”.
Naquele período, estavam em curso tratativas para a venda do Master ao Banco Regional de Brasília (BRB). Durante a conversa, Warde pediu que Marcola informasse Lula de que o Banco Meão estaria dificultando a operação. Marcola respondeu que levaria o recado ao presidente.
Senador cita sítio de Atibaia
Flávio também acusou Lula de manter patrimônio em nome de terceiros e mencionou o sítio de Atibaia (SP). “Vocês vão lembrar: o sítio de Atibaia é de quem? É do Lula”, declarou. Em seguida, afirmou que o imóvel estava em nome de Fernando Bittar.
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https://www.contrafatos.com.br/flavio-bolsonaro-aceita-desafio-de-lula-e-promete-abrir-sigilos-mas-cobra-marcola//Natividade/Créditos -> CONTRA FATOS
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