⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷
Segundo o MPPA (Ministério Público do Pará), a delegada é suspeita de receber vantagens financeiras indevidas. Em troca, ela forneceria informações restritas e favoreceria integrantes da organização criminosa.
Quem é o varão assinalado porquê ligado à delegada
De contrato com o MPPA, a investigação aponta uma verosímil relação entre a policial e Renato Henrique do Carmo, publicado porquê “Gordão”. As autoridades o apontam porquê integrante da cúpula do PCC e uma das lideranças da partido na região de Muro Cocuruto, em Ipojuca, no litoral de Pernambuco.
Receba no WhatsApp as principais noticias do diaEntre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Entrar no grupo
Renato foi recluso em janeiro de 2025, durante a investigação que deu origem à “Operação Sinalagma”. A partir dessa prisão, as diligências avançaram sobre possíveis conexões da organização com outras pessoas e agentes públicos. A apuração identificou indícios de uma verosímil relação entre ele e a delegada.
Buscas ocorreram em morada e no gabinete da delegada
Em Belém, foram cumpridos mandados de procura e inquietação na residência de Maria Virgínia. Também houve buscas no gabinete que ela ocupava na DPA (Ramificação de Polícia Administrativa), na sede da Delegacia-Universal da Polícia Social do Pará.
A operação desta quinta-feira (15) prevê o cumprimento de três mandados de prisão e 11 de procura e inquietação domiciliar. Há ainda ordens judiciais de sequestro de bens e bloqueio de ativos financeiros. As medidas foram autorizadas pela Vara Criminal da Comarca de Ipojuca, em Pernambuco.
O MPPA, por meio do GAECO (Grupo de Atuação Próprio de Combate ao Transgressão Organizado), acompanha o caso há murado de seis meses. O órgão colaborou na elaboração de peças investigativas e de pedidos judiciais.
Investigação apura lavagem de quantia e devassidão
A investigação apura suspeitas de tráfico de drogas, lavagem de quantia, devassidão e violação de sigilo funcional. Além do repasse de informações sigilosas, as autoridades identificaram indícios de lavagem de quantia e ocultação de patrimônio.
Os investigadores verificam se documentos falsos, empresas e contas bancárias de terceiros teriam sido usados para movimentar recursos e dissimular sua origem. A estudo reúne dados telemáticos, informações de lucidez e Relatórios de Lucidez Financeira do Coaf (Parecer de Controle de Atividades Financeiras).
O trabalho começou em janeiro de 2025, a partir de ações de lucidez voltadas à identificação de lideranças de organizações criminosas com atuação em Pernambuco. A apuração passou a considerar possíveis conexões interestaduais e a participação de agentes públicos.
Segundo o MPPA, as condutas atribuídas à delegada podem configurar, em tese, crimes de devassidão, violação de sigilo funcional e colaboração com organização criminosa. Outras infrações dependem da apuração dos órgãos competentes.
A reportagem tenta contato com a resguardo dos citados. O espaço segue lhano.
ações,apuração,autoridades,Brasília,procura e inquietação,Depravação,resguardo,delegada,delegada presa,lucidez,investigação,lavagem de quantia,MPPA,Operação Sinalagma,organizações criminosas,pcc,Polícia Social do Pará,recluso,prisão,sequestro,sigilo,sigilo funcional,tráfico
https://www.contrafatos.com.br/delegada-da-policia-civil-do-para-e-presa-em-brasilia-suspeita-de-repassar-dados-sigilosos-ao-pcc//Nascente/Créditos -> CONTRA FATOS
⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷