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Integrantes da direção da CPMI do INSS discutem a possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federalista caso o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, anule a votação que aprovou 87 requerimentos na última sessão. Entre as medidas aprovadas está a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva.
Nos bastidores, membros da percentagem avaliam que o risco de revisão é real. Um dos pontos mencionados é que, entre os nomes atingidos pelos requerimentos, está Gustavo Marques Gaspar, ex-assessor do senador Weverton Rocha, coligado político de Alcolumbre.
Depois a sessão marcada por tumulto, o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, e o deputado Paulo Pimenta se reuniram com Alcolumbre para solicitar a anulação da votação. O presidente do Senado afirmou que só tomará decisão em seguida averiguar formalmente o pedido e examinar as gravações da reunião.
A base governista sustenta que o presidente da percentagem, Carlos Viana, teria orientado de forma irregular a votação simbólica dos requerimentos. Segundo parlamentares, haveria maioria governista no momento da deliberação. Já a presidência da CPMI utilizou porquê referência o totalidade de parlamentares com presença registrada.
Apesar de segmento da cúpula cogitar levar o caso ao STF, governistas evitam falar claramente em judicialização. Paulo Pimenta declarou que, na sua avaliação, o debate deve permanecer no contextura interno do Congresso, cabendo eventual medida judicial exclusivamente aos diretamente atingidos pelos requerimentos aprovados.







