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A atuação do ministro André Mendonça no Supremo Tribunal Federalista tem despertado atenção para além do meio jurídico. A forma uma vez que ele conduz o interrogatório relacionado ao Banco Master passou a ser debatida publicamente, inclusive em programas de estudo política. Comentários feitos por jornalistas indicam que o perfil do magistrado tem sido percebido uma vez que dissemelhante dentro da dinâmica da Incisão.
Durante o programa WW, da CNN Brasil, os jornalistas William Waack, Thais Herédia e Caio Junqueira analisaram o comportamento do ministro. Herédia afirmou que Mendonça demonstra postura menos soberba em conferência a alguns colegas, citando explicitamente Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Segundo ela, a religiosidade do ministro influenciaria diretamente sua maneira de agir no tribunal.
William Waack relatou um incidente que, segundo ele, ilustra esse traço pessoal. De combinação com o jornalista, ao saber que seria eleito relator do caso Master, Mendonça teria pedido que as pessoas deixassem a sala para que pudesse se destinar a um momento de reza. O gesto foi citado uma vez que exemplo de um estilo mais reservado e reflexivo diante de decisões relevantes.
Herédia acrescentou que o ministro não apresentou sinais de soberba, mormente por se tratar de um caso de grande repercussão institucional. A reparo foi parcialmente contestada por Caio Junqueira, que ponderou que Mendonça não é um ministro arrogante. O debate evidenciou uma vez que o perfil pessoal e a postura pública dos integrantes do STF passaram a ser observados com maior intensidade em meio às investigações em curso.








