Cardiologista de 90 anos sofreu intoxicação contínua enquanto funcionária desviava recursos de suas contas
Um caso grave envolvendo traição de crédito e violação continuado veio à tona no Espírito Santo. O cardiologista Victor Murad, de 90 anos, foi vítima de intoxicação sistemático durante 15 meses. Segundo o Ministério Público do Espírito Santo, a responsável seria sua própria secretária de segurança, Bruna Garcia, que teria cometido o violação para esconder o ramal de R$ 544 milénio das contas do médico.
O incidente foi revelado posteriormente investigação que apontou a tentativa de encobrir movimentações financeiras irregulares realizadas ao longo de anos.
Sintomas persistentes e invenção do veneno
Durante mais de um ano, Murad enfrentou dores intensas e episódios frequentes de vômito. O estado de saúde se deteriorou a ponto de obrigá-lo a fechar as atividades do consultório que mantinha havia mais de três décadas.
A confirmação do intoxicação ocorreu posteriormente exames específicos. Porquê o arsênio é eliminado rapidamente do sangue e da urina, a polícia recorreu à estudo de fios de cabelo do médico. O laudo concluiu que a intoxicação aconteceu por, no mínimo, um ano e três meses.
As investigações indicam que a substância teria sido misturada em víveres e até na chuva de coco consumida pela vítima.
Frasco escondido levantou suspeitas
A suspeita surgiu depois que Bruna foi demitida. Uma novidade funcionária encontrou, dentro da clínica, um frasco de arsênio escondido. A invenção deu início às apurações que confirmaram o violação.
Em entrevista ao Fantástico, exibido no domingo, 22, na TV Orbe, Murad relatou a recusa. “Confiava cegamente nela, foi esse o meu mal. Acreditava nela; assim, ela encanta qualquer um. É uma serpente”, desabafou.
Relação de crédito facilitou o esquema
Bruna Garcia começou a trabalhar na clínica em 2013. Filha de uma ex-funcionária que atuou ao lado do cardiologista por murado de 20 anos, ela conquistou a crédito da família ao longo do tempo.
Com aproximação totalidade às finanças, passou a comandar integralmente os recursos do médico, que não utilizava ferramentas digitais uma vez que o PIX.
Desvios ocorreram ao longo de 12 anos
De combinação com as investigações, o totalidade desviado chega a R$ 544 milénio, valor aglomerado em 12 anos. As movimentações incluíam transferências que podiam ocorrer até três vezes no mesmo dia.
Secção do numerário foi usada para viagens à Disney e hospedagens em hotéis de luxo. O promotor Rodrigo Monteiro detalhou o padrão das operações: “Eram transferências de três, quatro, até dez milénio reais”.
O caso segue sob responsabilidade do Ministério Público do Espírito Santo.
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