Estratégia teria uma vez que referência a ofensiva recente contra o governo venezuelano
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estaria articulando uma estratégia para promover uma mudança de regime em Cuba até o termo deste ano. A informação foi revelada pelo The Wall Street Journal, com base em relatos de fontes ligadas ao governo norte-americano.
Segundo a publicação, o projecto ganhou força em seguida a ofensiva conduzida pelos EUA na Venezuela, considerada internamente uma vez que um verosímil padrão de pressão política e diplomática a ser replicado no caso cubano.
Governo procura aliados internos para viabilizar transição
De conciliação com o jornal, integrantes da governo Trump vêm tentando identificar pessoas com relação ao governo cubano que possam colaborar em um conciliação talhado a derrubar o regime comunista ainda em 2026. As tratativas estariam em estágio prévio e envolvem contatos discretos com possíveis interlocutores dentro da ilhéu.
Fontes ouvidas pelo veículo afirmam que a intenção é aligeirar uma transição política em Havana antes do fechamento do ano, embora reconheçam as dificuldades impostas pela longevidade do atual sistema de poder.
Avaliação aponta economia cubana à extremidade do colapso
Ainda conforme o The Wall Street Journal, avaliações internas do governo dos Estados Unidos indicam que a economia cubana estaria “à extremidade do colapso”. Autoridades norte-americanas consideram que o governo de Cuba atravessa seu momento de maior fragilidade em seguida perder um de seus principais aliados regionais, o presidente venezuelano Nicolás Maduro.
A perda desse esteio financeiro e político teria agravado a crise estrutural da ilhéu, reduzindo a capacidade de sustentação do regime no pequeno prazo.
Exiguidade de projecto fechado, mas precedente venezuelano serve de alerta
Apesar do exposição mais duro, funcionários do governo norte-americano admitiram ao jornal que não existe, até o momento, um projecto concreto e detalhado para a derrubada do regime comunista cubano, que está no poder há quase sete décadas.
Ainda assim, as autoridades avaliam que a conquista de Maduro e as concessões feitas posteriormente por seus aliados funcionaram tanto uma vez que um padrão estratégico quanto uma vez que um aviso direto ao governo cubano sobre os riscos de isolamento internacional.
Departamento de Estado justifica posição por segurança vernáculo
Em nota encaminhada ao jornal, o Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou que considera precípuo para a segurança vernáculo americana que Cuba seja governada de forma eficiente por um regime democrático.
O enviado acrescenta que Washington vê uma vez que inadmissível a presença, em território cubano, de serviços militares e de perceptibilidade de países considerados adversários, fator que reforça o interesse dos EUA em uma mudança no comando político da ilhéu.
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