Empresário diz que ator estimulou crimes e banalizou incêndio em loja
O empresário Luciano Hang, possessor da rede Havan, entrou com uma ação judicial por danos morais contra o ator Tuca Andrada, acusando-o de incitar e regularizar atos de vandalismo contra a empresa.
O processo tramita na Justiça de Santa Catarina e pede indenização de R$ 50 milénio. A ação é uma resposta direta a uma postagem do ator feita em setembro do ano pretérito, depois um incêndio criminoso atingir a loja da Havan em Petrolina.
Postagem é apontada porquê incentivo a crimes
O ponto meão da ação é uma publicação em que Tuca Andrada compartilhou um vídeo do incêndio que destruiu a réplica da Estátua da Liberdade instalada em frente à unidade da Havan. Na legenda, o ator escreveu:
“Se essa voga pega nosso periquintinho patriota terá prejuízo [sic]”.
Para Luciano Hang, a frase ultrapassa o campo da opinião e estimula a repetição de atos criminosos, transformando vandalismo em militância política e incentivando terceiros a cometerem crimes contra o patrimônio privado.
Hang critica banalização da violência
Em sintoma pública nesta segunda-feira (19), Hang afirmou que não costuma acionar a Justiça por ataques pessoais, mas que a situação envolvendo Tuca Andrada representa um pouco mais grave.
“Diariamente sou chamado de diversos apelidos pejorativos e não me importo. O que não irei admitir é que incentivem outros ‘militontos’ a praticarem crimes, porquê colocar incêndio, só porque pensamos diferentes”, escreveu o empresário.
Durante o incêndio criminoso da Havan Petrolina (PE), em setembro do ano pretérito, o ex-ator, Tuca Andrada fez diversos comentários e postagens ofensivas contra mim e contra a Havan, somente por pensarmos dissemelhante.
Segundo ele, esse tipo de postura alimenta uma lógica de impunidade e normaliza o que chamou de “ódio travestido de virtude”.
“Se zero for feito, se essas atitudes não forem coibidas, mais casos se repetirão: mais estátuas queimadas, mais ‘ódio do muito’ e mais impunidade”, acrescentou.
Incêndio foi criminoso e está sob investigação
O incêndio na loja da Havan em Petrolina ocorreu durante a madrugada e foi provocado propositadamente por dois homens, conforme imagens de câmeras de segurança. As chamas atingiram a estrutura da réplica da Estátua da Liberdade e se espalharam para segmento de um terreno vizinho. Não houve feridos, mas a estrutura foi severamente danificada, restando somente a base metálica.
A Polícia Social de Pernambuco abriu questionário por incêndio doloso para apurar o caso.
Havan classifica ataque porquê criminoso
Em nota solene, a Havan classificou o incidente porquê “ato criminoso” e afirmou que acompanha as investigações. A empresa ressaltou que não aceitará ataques ao seu patrimônio nem a símbolos associados à marca.
“A empresa não vai tolerar ataques contra o patrimônio e contra um dos símbolos que representam a marca e a liberdade”, afirmou a varejista no enviado.
Ator segue em silêncio
Até esta terça-feira (20), Tuca Andrada não se manifestou publicamente sobre o processo e manteve a publicação no ar, mesmo depois questionamentos de seguidores. O silêncio do ator, segundo aliados de Hang, reforça a percepção de irresponsabilidade ao tratar um transgressão real porquê motivo de deboche ou militância política.
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