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A estirão pela Liberdade e Justiça que o deputado Nikolas Ferreira iniciou nesta segunda-feira (19) está crescendo, ganhando adeptos, angariando escora e tem tudo para chegar gigante em Brasília.
Dois deputados federais já estão caminhando ao lado de Nikolas, André Fernandes e Gustavo Gayer. Até domingo (25) quando deverá chegar em Brasília, inúmeros outros nomes relevantes da política brasileira deverão se juntar ao grupo.
Nikolas aproveitou para vulgarizar uma “Missiva Oportunidade”. Confira:
CARTA ABERTA AO POVO DO BRASIL
Escrevo estas linhas para explicar, com o coração crédulo, por que decidi caminhar de Minas Gerais até Brasília. Não é um gesto de vaidade. Não é espetáculo. É um ato de consciência, de paixão ao Brasil e de compromisso com a liberdade.
A desumanização dos brasileiros presos depois o dia 8, submetidos a processos ilegais, parciais e arbitrários, muito porquê a perseguição sistemática a opositores políticos, entre eles Jair Bolsonaro, não são fatos isolados. São sintomas de alguma coisa muito mais profundo e perigoso: o cansaço moral de uma pátria que vê o mal triunfar sem consequências, escândalos sucederem escândalos, o transgressão organizado proceder sobre o território e as instituições, enquanto o cidadão honesto é esmagado por um Estado inerte para proteger o muito, mas voraz para cobrar impostos.
Esta estirão nasce, portanto, não somente porquê um clamor por justiça a casos concretos, mas porquê um chamado à consciência pátrio, para reavivar no brasílio a esperança, a coragem de fazer o que é claro e a disposição de enfrentar e derrotar o mal que tenta se regularizar entre nós. O povo brasílio encontra-se inerte, não somente pelo susto, porquê muitos acreditam, mas por um estado de paralisia psicológica construído de forma deliberada e propositado.
Dito isso, levante ato é uma lanço pela liberdade e pelo tratamento digno aos presos do dia 8 de janeiro, que foram submetidos a violações de direitos humanos e de garantias fundamentais. E também ao Jair Bolsonaro, Filipe G. Martins, Coronel Naime e tantos outros que sofrem dos mesmos abusos processuais.
Por isso, esta culpa passa, necessariamente, pela derrubada do veto à dosimetria das penas no Congresso.
Chegarei a Brasília no dia 25 de janeiro para mostrar, com presença física e pacífica, que ainda há brasileiros atentos, solidários e comprometidos com a justiça, com a distinção humana e com a liberdade.
E se zero der “claro”? Ainda assim, precisamos fazer o que é claro, sem viver somente da expectativa de que tudo dê claro. Se os presos injustamente do dia 8 e o presidente Jair Bolsonaro se sentirem acolhidos, perceberem o carinho do povo brasílio, souberem que não estão abandonados e houver um despertar da consciência pátrio, portanto cada quilômetro percorrido já terá valido a pena.
A estirão será ordeira e pacífica. Não tem porquê objetivo praticar crimes ou gerar desordem. Trata-se somente do treino legítimo do recta de ir e vir e do recta de revelação, garantidos pela Constituição a qualquer cidadão.
E não, esta estirão não é uma projéctil de prata. Não é um gesto para resolver todos os problemas do Brasil, nem pretende substituir instituições, leis ou o obrigação de cada cidadão. Ela é, antes de tudo, um ato simbólico – e símbolos importam mais do que muitos imaginam.
Que cada brasílio saiba: a liberdade não se pede de joelhos; defende-se de pé.
Pelo término das prisões injustas,
Pelo término da impunidade,
Pelo término da perseguição política,
Pelo término do ativismo judicial,
Por liberdade,
Nikolas Ferreira






