A recente participação do ministro Alexandre de Moraes em um evento no auditório da USP foi interpretada por analistas políticos e fontes ligadas à resguardo do ex-presidente uma vez que a confirmação de um roteiro já traçado nos corredores de Brasília.
A leitura é pragmática: Moraes (referido nos bastidores pelo sobrenome “Xerxes”) cumprirá sua lanço final, garantindo a simbólica “foto” de Jair Bolsonaro retido na Papuda, para, em seguida, transferir a meio do processo para as mãos do ministro Gilmar Mendes.
O “Não” de Gilmar e o Combinação Americano
A recente decisão de Gilmar Mendes, que indeferiu um pedido de Habeas Corpus (HC) da resguardo, não foi recebida com pessimismo por quem entende as nuances do Supremo.
“Gilmar indeferiu o HC, mas não analisou o valor. Noutras palavras, abriu o caminho”, avalia uma manadeira ligada ao caso.
A manobra é vista uma vez que uma questão de timing. A recusa técnica permite que o processo siga o rito necessário para que, no momento oportuno, a prisão domiciliar seja concedida. Esse movimento seria segmento fundamental para honrar um suposto contrato costurado com autoridades americanas, visando resfriar a pressão internacional sobre o judiciário brasiliano.
“Tofolão” e o estancamento de vazamentos
Outro ponto crucial da estudo recai sobre a franqueza de um novo questionário. Ao contrário do que segmento da militância temia, a avaliação interna é de que o objetivo desta novidade investigação não é ampliar a perseguição aos bolsonaristas, mas sim interromper o fluxo de informações que têm vazado de dentro das instituições para a prelo.
O foco seria blindar o sistema contra o que está sendo chamado nos bastidores de “Tofolão” — um escândalo em potencial que envolveria conexões financeiras e jurídicas sensíveis.
“2026 não é 2022”
A epílogo do texto que circula entre aliados é de otimismo precatado. A percepção é de que o cenário político mudou drasticamente em relação ao pretérito recente.
“Esse ano será dissemelhante de 2022. Disso, eu tenho certeza”, finaliza a estudo, apostando que a reconfiguração de forças e a pressão externa forçarão um desfecho mais lento para o ex-presidente.
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