Domínio monetária aponta graves violações às normas do Sistema Financeiro Pátrio
O Banco Meão do Brasil decretou nesta quinta-feira (15) a liquidação extrajudicial da empresa Reag, com sede em São Paulo, que atualmente opera sob a denominação CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.
A decisão foi formalizada depois apurações conduzidas pela poder monetária, que identificaram irregularidades consideradas graves no funcionamento da instituição.
BC cita descumprimento de normas do SFN
Em expedido solene, o Banco Meão informou que a medida foi adotada em razão de “graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do SFN”. A {sigla} refere-se ao Sistema Financeiro Pátrio, conjunto de órgãos e entidades responsáveis pela regulação, fiscalização e realização das políticas financeiras no país.
Segundo o BC, as irregularidades detectadas justificaram a adoção da liquidação extrajudicial uma vez que forma de proteger o sistema financeiro e os interesses envolvidos.
Possibilidade de sanções e informação a autoridades
Ainda de concórdia com o expedido, o desfecho das apurações pode resultar na emprego de medidas sancionadoras de caráter administrativo, além do envio de informações às autoridades competentes para eventuais providências adicionais.
“O resultado das apurações poderá levar à emprego de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes”, informou o Banco Meão.
Bens de controladores ficam indisponíveis
Com a decretação da liquidação extrajudicial, o Banco Meão determinou também a indisponibilidade dos bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição, medida prevista na legislação para esse tipo de mediação.
A decisão impede a demência ou movimentação do patrimônio dos responsáveis enquanto durarem os procedimentos de apuração e fechamento da instituição.
Impacto restringido no sistema financeiro
O Banco Meão destacou ainda que a Reag possui impacto residual no Sistema Financeiro Pátrio. Segundo a poder monetária, a instituição representa menos de 0,001% do ativo totalidade ajustado do SFN, o que indica que a liquidação não compromete a firmeza do sistema uma vez que um todo.
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