Deputado reage a falas do artista posteriormente vitória no Mundo de Ouro e questiona oração político
O deputado federalista Mario Frias (PL-SP) atacou o ator Wagner Moura neste domingo (11), posteriormente o artista invocar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de fascista durante uma coletiva de prensa concedida depois da vitória no Mundo de Ouro. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou que Moura se apresenta porquê protector da democracia, mas seria sustentado por um Estado que classificou porquê corrupto e violento.
Segundo Frias, o ator adota um oração seletivo ao tratar de autoritarismo. “Esse sujeito posa de protector da democracia enquanto apoia ditaduras porquê as de Maduro, Chávez e Lula, além de políticos que flertam francamente com autoritarismo. Discursa contra o fascismo, mas se cala diante do veste de que é sustentado por um Estado corrupto e violento, que rouba dos mais pobres enquanto seus amigos bilionários, banqueiros e grandes empresários sugam até o último centavo do povo” – escreveu o deputado.
Críticas ao posicionamento político do ator
Na sequência, o ex-secretário peculiar da Cultura do governo Bolsonaro ampliou as críticas e afirmou que Wagner Moura “finge-se de revolucionário” ao usar o nome do Brasil no exterior porquê forma de autopromoção. Frias também acusou o ator de ignorar o que chamou de presos políticos mantidos na cárcere por crimes inexistentes na Constituição.
“Critica a repreensão, mas vive confortavelmente nos Estados Unidos, usufruindo das liberdades do capitalismo que despreza, enquanto tenta impor ao próprio povo um ‘comunismo caviar’ que nunca aceitaria para si. No término, não passa de um frango travestido de virtude: alguém que confunde caráter com performance moral e transforma oração político em negócio lucrativo” – concluiu.
Enunciação de Moura motivou reação
Na publicação, Frias compartilhou um trecho da coletiva em que Wagner Moura fala sobre o impacto histórico da ditadura militar no país. O ator afirmou que o regime dominador ainda influencia a vida vernáculo.
“Isso aconteceu há 50 anos somente. Nós recentemente tivemos, entre 2018 e 2022, um presidente de extrema-direita no Brasil, fascista, que é uma revelação física dos ecos da ditadura. Portanto, a ditadura ainda está muito presente no cotidiano brasiliano. Portanto, nós temos que continuar fazendo filmes sobre isso” – declarou Moura.
Vitória no Mundo de Ouro
A fala ocorreu durante a premiação do Mundo de Ouro realizada neste domingo, quando Wagner Moura venceu na categoria Melhor Ator em Filme de Drama, pelo longa O Agente Secreto. A produção também conquistou o prêmio de Melhor Filme em Língua Não Inglesa.
Ambientado durante o regime militar, o filme acompanha Marcelo, personagem interpretado por Moura, um professor especializado em tecnologia que decide deixar São Paulo e se mudar para Recife para fugir de um pretérito obscuro. No entanto, ele passa a perceber que está sendo vigiado, mergulhando em uma trama marcada por perseguições, mistérios e tensões políticas.
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