Louis Gerstner, executivo que liderou uma das reestruturações mais emblemáticas da história corporativa da tecnologia ao comandar a IBM nos anos 1990, morreu neste sábado (27), aos 83 anos. A morte foi comunicada internamente pelo atual presidente e CEO da empresa, Arvind Krishna, em mensagem aos funcionários divulgada neste domingo (28), sem informar a razão.
Gerstner assumiu a IBM em 1993, em um momento em que a companhia enfrentava dúvidas sobre sua capacidade de seguir porquê um grupo integrado e convivia com a discussão de alternativas porquê desmembramento. Ele foi o primeiro CEO vindo de fora a ocupar o incumbência, rompendo a tradição de liderança formada dentro da própria empresa.
Ao longo de muro de 9 anos no comando, sua gestão se consolidou porquê estudo de caso de liderança e transformação, sobretudo pelo reposicionamento do negócio em direção a serviços corporativos e software e pela redução do peso do hardware no meio da estratégia. Secção do movimento incluiu o desistência de iniciativas que não ganhavam tração no mercado, porquê o sistema operacional OS 2, e a mudança de uma lógica de produtos fechados para uma abordagem mais oportunidade a ambientes corporativos heterogêneos.
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A agenda de mudanças também envolveu golpe de custos e venda de ativos considerados pouco estratégicos, além de uma revisão de processos internos e da cultura organizacional. Entre as medidas, Gerstner instituiu mecanismos de cobrança mais frequente por resultados e reforçou a lógica de integração entre áreas, em vez de decisões fragmentadas por divisões. Uma frase atribuída a ele e frequentemente citada ao tratar do estilo de gestão resume essa orientação: “As pessoas fazem o que você inspeciona, não o que você espera.”
Na notícia aos funcionários, Krishna afirmou que a liderança de Gerstner “remodelou a empresa” ao concentrar o foco no que os clientes demandariam em seguida, e não em uma visão voltada ao pretérito.
Salto para US$ 168 bilhões
A viradela estratégica teve efeitos financeiros expressivos no período. A IBM ampliou a receita da superfície de serviços, que saiu de US$ 7,4 bilhões em 1992 para US$ 30 bilhões em 2001, segundo números citados em retrospectivas sobre sua gestão. No mesmo pausa, as ações da empresa passaram de muro de US$ 13 para US$ 80, e o valor de mercado cresceu de aproximadamente US$ 29 bilhões para perto de US$ 168 bilhões.
Antes de chegar à IBM, Gerstner construiu curso em consultoria e gestão. Ele trabalhou na McKinsey, ocupou posições de liderança na American Express e comandou a RJR Nabisco. Em seguida deixar a IBM, em 2002, tornou-se presidente do Carlyle Group, empresa de private equity, onde permaneceu até 2008 e acompanhou a expansão internacional do grupo.
Nascido em Mineola, no estado de Novidade York, Gerstner formou-se em Dartmouth e fez MBA em Harvard. Também ficou divulgado por atuação filantrópica por meio da Gerstner Philanthropies, com escora a iniciativas em pesquisa biomédica, ensino e programas sociais, além de escora de longa data à Mayo Clinic.
A IBM informou que pretende homenagear o legado do ex-CEO em uma celebração futura.
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