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A oposição subiu o tom na sessão mais quente do ano, em seguida a base do governo votar para impedir a convocação do rebento do presidente Lula para explicar acusações políticas sobre supostos repasses envolvendo o INSS.
A denúncia, citada por parlamentares da direita, fala em R$ 300 milénio, apelidada pela oposição uma vez que “Mensalão do Lulinha” — termo que expressa sátira política, não um transgressão comprovado, e que ainda está no meio do debate na CPMI.
Mesmo com a tensão subida, 19 parlamentares votaram contra a convocação, gerando indignação e gritos na percentagem.
O governo conseguiu blindar nomes ligados ao Planalto, mas o movimento gerou ainda mais suspeitas dentro do Congresso.
Durante a sessão, Van Hattem EXPLODIU, afirmando que:
• A base do governo está tentando roubar a investigação
• A CPI está sendo impedida de ouvir peças-chave
• O cerco está fechando e a verdade não pode ser escondida
• O país precisa de transparência sobre o moeda dos aposentados
• O INSS vive uma das maiores crises de credibilidade da história
A oposição insiste que:
• O ministro Jorge Messias precisa depor
• O rebento do presidente deve esclarecimentos
• Os dados sobre pagamentos e repasses precisam ser abertos
• A CPI não pode terminar com perguntas sem resposta
A base governista rebate, dizendo que:
• O tema envolve acusações sem confirmação
• A oposição tenta transformar a CPI em varanda
• A convocação seria “desnecessária” e “politizada”
O embate virou guerra política — e o Brasil assistiu tudo AO VIVO.
O Religioso News traz estudo completa:
• Bastidores da votação
• Por que o governo blindou as convocações
• O impacto da fala de Van Hattem
• O que acontece agora
• Porquê isso atinge o Planalto
• E por que 2026 pode ser ainda mais explosivo
Tudo seguindo as diretrizes do YouTube, analisando debates públicos, acusações políticas e fatos oficiais da CPMI.
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