Convocação de Jorge Messias à CPMI do INSS é adiada por falta de consenso
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A Percentagem Parlamentar Mista de Interrogatório (CPMI) do INSS adiou, nesta quinta-feira (27), a deliberação sobre a convocação de Jorge Messias, advogado-geral da União e indicado por Lula ao Supremo Tribunal Federalista (STF). A decisão reflete a falta de consenso entre governistas e oposição, segundo o presidente da percentagem, senador Carlos Viana (Podemos-MG). A votação foi remarcada para o dia 4 de dezembro.
No mesmo dia, outros 94 requerimentos foram retirados de tarifa, dos 479 apresentados. O restante foi revalidado, incluindo um requerimento do deputado Zé Trovão (PL-SC), que solicita informações sobre a designação de servidores e a estrutura utilizada na apuração de fraudes ligadas a descontos indevidos em benefícios previdenciários.
Já um pedido apresentado pelo deputado Rogério Correia (PT-MG), que buscava atingir o governador Romeu Zema (Novo), foi retirado depois gerar confusão entre os parlamentares, com troca de ofensas e acusações graves, incluindo o uso da termo “vagabundo”.
Messias na mira depois preterição da AGU e relação com o Sindnapi
Jorge Messias passou a ser meta da CPMI depois vir à tona que ignorou alertas internos da própria Advocacia-Universal da União sobre indícios de irregularidades no Sindicato Pátrio dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi). A entidade tem entre seus dirigentes José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão do presidente Lula.
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A atuação omissa da AGU levantou suspeitas sobre verosímil proteção política e interferência institucional. A oposição exige que Messias esclareça por que não tomou providências diante das evidências apontadas contra o Sindnapi.
Indicação ao STF pressiona cronograma no Senado
Apesar de ter sido anunciado uma vez que indicado ao STF, Jorge Messias ainda não teve sua nomeação oficializada pelo Palácio do Planalto. A mensagem presidencial sequer foi enviada ao Senado, o que pode comprometer o calendário estabelecido por Davi Alcolumbre (União-AP), que já agendou a sabatina de Messias para 10 de dezembro.
Nos bastidores, a decisão de Lula desagradou setores do Senado, mormente por preterir o nome do presidente da Morada, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O gesto acirrou a resistência à indicação e isolou ainda mais Messias, que agora tenta costurar esteio político com tempo escasso e envolvente hostil.
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