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Moraes acusa Eduardo Bolsonaro de recitar sanções nos EUA para pressionar o Judiciário
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), se declarou vítima direta de filtração supostamente praticada por Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos. A asserção consta no voto proferido nesta sexta-feira (14) durante sessão da Primeira Turma, que analisa denúncia apresentada pela Procuradoria-Universal da República (PGR) contra o deputado federalista.
A denúncia aponta que Eduardo Bolsonaro teria articulado sanções junto ao governo norte-americano contra autoridades brasileiras, com o objetivo de estuprar o Judiciário no processo que investiga o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado depois as eleições de 2022. Segundo Moraes, as ações visaram diretamente sua pessoa.
“Com a emprego de tarifas de exportação ao Brasil, suspensão de vistos de ingressão de diversas autoridades brasileiras nos Estados Unidos da América e a emprego dos efeitos da Lei Magnitsky a nascente Ministro Relator”, escreveu Moraes em seu voto.
Moraes foi incluído nas sanções da Lei Magnitsky no término de julho, sob a querela de violar direitos humanos de cidadãos investigados por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023. A sanção implica bloqueio de bens e contas nos Estados Unidos, além de restrições comerciais severas, porquê cancelamento de cartões de crédito e refrigeração de ativos.
Embora tenha sofrido o cancelamento de cartões, as penalidades financeiras não avançaram. Sua esposa, Viviane Barci de Moraes, também foi sancionada em setembro, juntamente com o Instituto de Estudos Jurídicos Lex — fundado por Moraes — e que atualmente tem porquê sócios a esposa e os filhos do ministro.
Outrossim, os vistos de familiares do magistrado foram suspensos desde julho. Em resposta, Moraes afirmou que as sanções não alterariam sua atuação no processo.
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“O rito processual do STF irá ignorar as sanções praticadas. Esse relator vai ignorar as sanções que foram aplicadas e continuar trabalhando porquê vem fazendo tanto no Plenário quanto na Primeira Turma”, declarou, criticando o que classificou porquê “mentiras e desinformação das redes sociais”.
Na mesma sessão, o ministro acusou Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo — que o acompanhava nos Estados Unidos — de traição.
“O que se observa são condutas ilícitas e morais de brasileiros por escusos interesses pessoais e o sabor amargo da traição à pátria e ao povo brasílico”, disparou.
Moraes também afirmou que os atos configuram tentativa clara de obstrução à Justiça e filtração ao STF.
“Atuam por meio de atos hostis, mentirosos, derivados de negociações espúrias e criminosas com a patente finalidade de obstrução à Justiça e à clara flagrante finalidade de obrigar esta Galanteio no julgamento da ação penal”, finalizou.
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