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A oposição parece ter aprendido que, na política, a vitória não vem do fragor, mas da movimentação nas sombras. A estratégia agora é clara: manter o foco no chamado PL da Exprobação, dissimulado pelo governo uma vez que uma proposta de “proteção às crianças”, mas que na prática abre caminho para restringir liberdades e impor controle de teor.
Ao mesmo tempo, o escândalo do INSS, se mantido na mídia pelos próximos seis meses, pode enterrar de vez qualquer chance de reeleição de Lula. O desgaste do governo tende a crescer na mesma medida em que novos detalhes da farra com aposentadorias forem revelados.
Os recentes áudios de Silas Malafaia reforçaram ainda mais esse cenário, confirmando que Tarcísio de Freitas buscou diálogo com Gilmar Mendes a pedido direto de Jair Bolsonaro. Para muitos, essa revelação deveria ser suficiente para fechar o lume colega dentro da direita. Se isso não sobrevir, ficará simples que existem pessoas mal intencionadas dos quais meta, neste momento, passou a ser Michele Bolsonaro — já sob tentativa de inelegibilidade por secção do sistema.
No termo das contas, os áudios vazados tendem a ter efeito semelhante ao da reunião divulgada de Sergio Moro no pretérito, quando o impacto político foi devastador. Enquanto isso, decisões polêmicas de ministros uma vez que Flávio Dino e Xerxes revelam um STF acuado diante do desgaste e das consequências de suas próprias posturas. Agora, com os bancos registrando bilhões em perdas por justificação da instabilidade gerada por essas decisões, o cenário aponta para um antecipação do termo do regime.
https://jornalbrasilonline.com.br/michele-bolsonaro-na-mira-sistema-quer-torna-la-inelegivel//Manadeira/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE








