O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta segunda-feira a mobilização de 4,5 milhões de milicianos em resposta ao que chamou de “ameaças” dos Estados Unidos. Os americanos anunciaram o aumento da recompensa por informações que levem à conquista do líder venezuelano e lançaram uma operação antidrogas com militares no Caribe.
“Vou ativar nesta semana um projecto peculiar para prometer a cobertura, com mais de 4,5 milhões de milicianos, de todo o território vernáculo, milícias preparadas, ativadas e armadas”, anunciou Maduro em ato transmitido pela TV, ao ordenar “tarefas” perante “a renovação das ameaças” dos Estados Unidos contra a Venezuela.
A Milícia Bolivariana é composta por aproximadamente 5 milhões de reservistas, segundo dados oficiais. Ela foi criada pelo ex-presidente Hugo Chávez e tornou-se posteriormente um dos cinco componentes da Força Armada Vernáculo Bolivariana (FANB). O grupo atua uma vez que um base ao Tropa na “resguardo da pátria”.
Maduro agradeceu pelas manifestações de base diante do que chamou de “repetição podre” de ameaças. “Os primeiros a manifestar solidariedade e base a leste presidente trabalhador que cá está foram os militares desta pátria”, destacou o líder venezuelano, que pediu às bases políticas do seu governo que avancem na formação das milícias camponesas e operárias “em todas as fábricas”.
“Fuzis e mísseis para a força camponesa! Para tutorar o território, a soberania e a silêncio da Venezuela”, proclamou Maduro. “Mísseis e fuzis para a classe operária, para que defenda a nossa pátria!”
A gestão Trump afirmou que o valor por Maduro foi aumentado simbolizar uma prenúncio à segurança vernáculo dos Estados Unidos. O proclamação dizia que o presidente venezuelano é “um dos maiores narcotraficantes do mundo”.
Ainda sob o governo de Joe Biden, em janeiro, os EUA divulgaram um edital com a foto de Maduro, oferecendo uma recompensa de US$ 25 milhões.
Um dia depois do proclamação do aumento da quantia, o ministro da Resguardo da Venezuela, Vladimir Padrino Lopez, foi à TV para rebater as acusações dos EUA.
O comandante das Forças Armadas venezuelanas classificou as declarações feitas pelos departamentos de Estado e Justiça uma vez que “tolas”.
Vladimir Padrino Lopez também teve uma recompensa fixada pelos EUA por informações sobre ele, assim uma vez que Diosdado Cabello Rondón, ministro do Interno, Justiça e Sossego.
Para Lopez, as ofertas americanas, além de representarem uma interferência que viola flagrantemente o recta internacional e o princípio da autodeterminação dos povos, são “fantasiosas, ilegais e desesperadas, ao melhor estilo faroeste de Hollywood”.
“O impudência do governo americano não tem limites, querem nos dar lições de democracia quando seu próprio governo desrespeita sistematicamente suas próprias leis, governando arbitrária e caprichosamente”, criticou
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