A vocábulo “sociopata” costuma remomerar imagens de assassinos em série ou executivos sem escrúpulos, mas o noção é mais multíplice. Embora popular no vocabulário cotidiano, o termo não é reconhecido porquê diagnóstico solene pela Classificação Internacional de Doenças (CID-11) da Organização Mundial da Saúde (OMS). Na medicina, a requisito é classificada porquê transtorno de personalidade dissocial e, no campo da psicologia, porquê transtorno de personalidade antissocial (TPAS).
Esse transtorno engloba traços psicopáticos, embora a psicopatia hábito se manifestar de forma mais grave e tenha relação genética mais possante. O Serviço Pátrio de Saúde britânico (NHS) descreve o TPAS porquê um tipo particularmente reptador de transtorno de personalidade, caracterizado por comportamento impulsivo, irresponsável e, frequentemente, criminoso.
Conforme relatou o tabloide britânico, The Daily Telegraph, estudos indicam que tapume de 1% da população do Reino Unificado atende aos critérios para o diagnóstico, número que pode chegar a 4% entre os homens. Entre a população carcerária masculina, entre 50% e 80% apresentam características compatíveis com TPAS, assim porquê um número significativo de executivos no mundo corporativo.
Traços e comportamentos comuns
Segundo especialistas, a sociopatia se manifesta em um espectro que vai desde condutas de cimalha risco até infrações menores, mas com padrões em geral. Entre eles:
Carisma para favor próprio – Sociopatas podem ser extremamente convincentes e afáveis, mas sem sinceridade. “Eles podem ser muito charmosos, críveis e relacionáveis, mas geralmente lhes falta um sentido genuíno de empatia ou remorso”, explica o psicoterapeuta Sumeet Grover.
Rebeldia contra a mando – Aversão a regras e leis é frequente. Alguns chegam a cometer crimes graves; outros manifestam esse traço em infrações menores, porquê não remunerar multas.
Dificuldade em manter relacionamentos profundos – Embora sejam capazes de encantar e ocupar, a falta de empatia compromete vínculos duradouros. O psiquiatra médico Tharaka Gunarathne aponta que o paixão fundamentado em reciprocidade e vulnerabilidade costuma ser prejudicado.
Procura por risco – Atividade cerebral reduzida na amígdala pode levar a subestimar perigos, tornando experiências de risco uma forma de sentir excitação.
Urgência de controle – A procura por dominar situações e pessoas pode levar a comportamentos obsessivos, incluindo perseguição e, em casos extremos, violência.
Exiguidade de remorso genuíno – Pedidos de desculpa podem ocorrer, mas geralmente têm função estratégica e não refletem remorso real.
Manipulação da verdade – Distorsões factuais são comuns para proporcionar seus interesses, o que pode gerar confusão e instabilidade nas vítimas.
Possibilidades de tratamento
Especialistas apontam que, apesar da limitação de empatia, pessoas com TPAS podem se beneficiar de terapias que desenvolvam consciência social, autorregulação e habilidades de relacionamento, desde que haja reconhecimento do comportamento e disposição para a mudança.
A terapeuta e autora Patric Gagne, que se identifica porquê sociopata, defende que é verosímil viver de forma adaptativa: “Você pode ser um sociopata e ter um relacionamento saudável. Pode ser educado. Basta reconhecer seus padrões e trabalhar para mourejar com eles.”
Manancial/Créditos: Publicação Brasil
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