O deputado federalista Eduardo Bolsonaro (PL-SP) declarou nesta quinta-feira (25) que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), pode ser branco da Lei Magnitsky, legislação dos Estados Unidos que permite a emprego de sanções contra estrangeiros envolvidos em depravação ou violações graves de direitos humanos.
A asserção foi feita durante entrevista ao programa Oeste com Elas, em que o parlamentar também sugeriu que os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), estariam sendo monitorados por aliados do presidente norte-americano Donald Trump, com quem Eduardo mantém relações políticas próximas.
“Se o Brasil não conseguir pautar a anistia e o impeachment do Alexandre de Moraes, a coisa ficará ruim”, declarou Eduardo. Ele afirmou ainda que a emprego da sanção contra o ministro poderia ocorrer “ainda hoje” e vir acompanhada de outras medidas, supostamente coordenadas pela equipe de Trump.
A Lei Magnitsky, criada originalmente para punir agentes do governo russo envolvidos na morte do jurisperito Sergei Magnitsky, foi expandida para permitir que os EUA imponham restrições a indivíduos em qualquer segmento do mundo acusados de abusos graves de direitos humanos ou depravação sistêmica.
A fala do deputado reacende o debate sobre a crescente tensão institucional no Brasil e a tentativa de setores ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro de buscar suporte internacional para contraditar decisões do Judiciário brasílico. Até o momento, nem o STF, nem os citados parlamentares se manifestaram oficialmente sobre as declarações.
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