Quatro meses depois a deflagração da Operação “Sem Desconto”, que revelou um esquema bilionário de fraudes no Instituto Vernáculo do Seguro Social (INSS), ainda não houve nenhum indiciamento formal por segmento da Polícia Federalista. A investigação, realizada em conjunto com a Controladoria-Universal da União (CGU), apontou um meandro estimado em R$ 6,3 bilhões, envolvendo pagamentos irregulares de benefícios previdenciários.
A operação, realizada em abril de 2025, cumpriu mais de 200 mandados de procura e consumição, além de efetuar prisões temporárias e bloquear bilhões em bens dos investigados. Entre os afastados, estão o logo presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, servidores da autonomia e um policial federalista.
Mesmo com a sisudez das acusações e com o bloqueio judicial de tapume de R$ 2,8 bilhões, até o momento, nenhum dos envolvidos foi formalmente réu. Em junho, um sindicância foi destapado no Supremo Tribunal Federalista (STF), indicando verosímil envolvimento de autoridades com renda privilegiado, mas os nomes seguem sob sigilo.
No Congresso, foi instaurada uma Percentagem Parlamentar Mista de Questionário (CPMI) para apurar o caso, mas a percentagem ainda não foi efetivamente instalada, por falta de indicação dos parlamentares.
O Ministério da Justiça afirma que as apurações continuam e que os responsáveis serão punidos, mas a morosidade nos indiciamentos tem gerado críticas e questionamentos sobre a efetividade e a ligeireza da investigação.
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